Os integrantes da Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) conheceram nesta terça-feira (16/09) o projeto do novo Sistema de Informação Parlamentar (SIP). Trata-se de um instrumento de captação e controle de informações oficiais sobre proposições de interesse e que gera uma série de benefícios para o trabalho dos assessores parlamentares, explicou Fernando Gonzalez, gerente da Gerência de Tecnologia da Informação (GTI) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Os integrantes da Rede Nacional de Assessorias Legislativas (Renalegis) conheceram nesta terça-feira (16/09) o projeto do novo Sistema de Informação Parlamentar (SIP). Trata-se de um instrumento de captação e controle de informações oficiais sobre proposições de interesse e que gera uma série de benefícios para o trabalho dos assessores parlamentares, explicou Fernando Gonzalez, gerente da Gerência de Tecnologia da Informação (GTI) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
A reunião da Renalegis, realizada na CNC em Brasília, foi aberta pelo chefe da Assessoria junto ao Poder Legislativo (Apel), Roberto Velloso. O projeto, iniciado em janeiro deste ano, está sendo desenvolvido por técnicos da Apel, Departamento de Planejamento e GTI, com o apoio da presidência da entidade e a coordenação do vice-presidente Gil Siuffo.
Entre suas funcionalidades o novo SIP permitirá acesso ao perfil de deputados e senadores (histórico, atuação, votações, etc.), visão consolidada das proposições, monitoramento de tramitação e, principalmente, o compartilhamento dos posicionamentos (como as entidades do Sistema Comércio estão se posicionando em relação a um projeto)
Segundo Gil Siuffo, o SIP está criando mecanismos para que assessores façam o seu trabalho melhor. “Não tenho dúvida de que será um sucesso porque é um instrumento útil e eficiente”, afirmou. A previsão para concluir o projeto é maio de 2015.
Os assessores debateram ainda uma série de proposições que estão em andamento no Congresso Nacional.