Sumário Econômico 1326

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Destaque da edição:

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Confiança dos empresários completa um ano de quedas – O nível de confiança dos empresários do comércio caiu 1,0% em junho, na comparação com o mesmo mês de 2012. Com este resultado, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec) registrou a 12ª queda consecutiva nesta base comparativa. Pela primeira vez desde março de 2012 as expectativas dos empresários caíram mais do que a avaliação das condições correntes (-1,8% contra -1,1%, respectivamente). O subíndices que mede a propensão dos investimentos no setor (Iiec) se manteve praticamente estável, com variação de +0,3% comparado a junho de 2012. No primeiro semestre, a queda foi ainda mais acentuada (-3,5% em relação a dezembro). Embora a avaliação das condições correntes das empresas dos entrevistados ainda seja predominantemente positiva, os empresários perceberam deterioração no cenário econômico corrente. Para 55,4% dos empresários do comércio, há piora em relação à situação econômica do País (22,5% percebem piora acentuada).

 

Outras matérias:

A Intenção de Consumo das Famílias – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou alta de 1,9% (130,1 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 3,8% em relação a junho de 2012. O índice encontra-se no terceiro menor nível da série iniciada em janeiro de 2010. Uma base mais fraca de comparação permitiu a reversão do resultado em relação a maio, visto que o índice vinha apresentando recuo nos últimos três meses. A perda do poder de compra, advinda de um nível mais elevado de inflação e do menor crescimento da renda, além da manutenção de um patamar ainda alto de endividamento e inadimplência, influenciou negativamente o resultado da ICF na comparação anual. O menor otimismo quanto ao emprego também vem se refletindo sobre o índice, fato constante nos últimos períodos. Apesar do resultado, os índices mantêm-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo.

Crédito representa 54,7% do PIB – Dados mais recentes deste ano divulgados pelo Banco Central mostraram que as operações de crédito do sistema financeiro aumentaram 1,5% em maio contra o mês imediatamente anterior. O saldo total dos empréstimos e financiamentos alcançou o valor de R$ 2,5 trilhões no último resultado, representando 54,7% do PIB. No acumulado dos últimos 12 meses terminados em maio de 2013 a variação foi de +16,1%, 2,1 ponto percentual abaixo da variação de 18,2% observada no mesmo período do ano anterior. Os empréstimos baseados em recursos livres somaram R$ 1.431,5 bilhões e 31,5% do PIB. Este setor obteve avanço de 1,2% no mês e aceleração de 10,4% em 12 meses. No acumulado do ano houve aumento de 2,3%. Os empréstimos a pessoas físicas avançaram 1,0% em maio de 2013, contra um aumento de 1,3% dos referentes às pessoas jurídicas, e nos últimos 12 meses mostraram avanço abaixo da média geral (8,6% contra 16,1%).

Profissões da internet – O advento da internet e, especialmente, do comércio eletrônico, propiciou o surgimento de dezenas de novas profissões ou atividades, todas importantes para o funcionamento das organizações virtuais. Eis algumas das principais, conforme classificadas no site www.e-commerce.gov.br:: Arquiteto da informação; Analista de mídia online; Analista de anúncios em links patrocinados; Consultor em e-commerce; Especialista em redes sociais; Gerente de e-commerce e Web designer.

A vitrine da MPE– Pode soar como clichê. Se não for, pelo menos é bastante usual afirmar que o ser humano tem capacidade enorme de reinventar-se, de adaptar-se rapidamente ou não às condições impostas pela realidade. Graças aos aspectos físicos e fisiológicos, criatividade e inteligência, saiu das cavernas em grupos para conquistar a natureza e o planeta – mais recentemente para explorar o espaço sideral. Para a condução de um empreendimento de pequeno porte, a trajetória evolutiva não é muito diferente. Inserida no contexto das oscilações conjunturais, domésticas e globais, e pertencente à sociedade agregada pela conectividade sem fronteiras, tendo o comportamento afetado pelos mercados e pela tecnologia também, a capacidade da atividade empresarial de repaginar-se diante das suscetibilidades e vicissitudes do mercado cada vez mais se torna condão, prerrogativa para as possibilidades de permanência do negócio.

 

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