Sumário Econômico 1282

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Destaques:

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Atividade econômica fraca no primeiro trimestre – Os dados do PIB para o primeiro trimestre de 2012 confirmaram uma atividade ainda fraca, frustrando as expectativas de uma leve aceleração. O resultado de 0,2% mantém o mesmo ritmo de crescimento trimestral observado no último trimestre anterior e acumula um crescimento de apenas 1,9% nos últimos quatro trimestres. Apesar de persistirem os efeitos de um crescimento econômico internacional mais fraco e de um ambiente de maior aversão ao risco sobre a produção, consumo e investimentos nacionais, as políticas em vigor devem estimular a demanda e promover uma recuperação no segundo semestre. Entretanto, o cenário externo deve continuar influenciando negativamente, o que deve impedir um crescimento acima de 3% em 2012.

Intenção de consumo das famílias registra elevação de 0,3% em maio – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou em maio elevação de 0,3% (136,2 pontos), na comparação com o mês imediatamente anterior. Mesmo com a lenta recuperação da demanda doméstica verificada nos primeiros meses de 2012, esse resultado indica que a confiança das famílias vem respondendo não só ao aumento real da renda, a manutenção da baixa taxa de desemprego e um cenário inflacionário mais benigno como principalmente a expectativa de melhores condições para consumir nos próximos meses. Os índices se mantêm acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo. Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da Economia doméstica, a previsão da Divisão Econômica da CNC é de que o volume de vendas do varejo obtenha um crescimento ao redor de 7,0% em 2012.

Internet no Mundo – O surgimento e adoção da internet vêm mudando a forma das comunicações, de se fazer comércio e negócios, de ensinar e aprender e, principalmente, modificando dramaticamente as relações entre as pessoas, empresas, organizações, povos e países. O feito dessa revolução da informação – a princípio, saudável para a consolidação da democracia e do livre trânsito de ideias pelo mundo – ainda não pode ser corretamente aquilatado, pois estamos todos vivendo o processo e não há perspectiva e isenção possível que permita essa análise. Ainda assim, já se pode prever que os historiadores, no futuro, provavelmente dividirão a trajetória humana em períodos “antes” e “após” a Internet.

Conselho de competitividade do comércio – O Conselho de Competitividade do Comércio, criado pela Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no âmbito do Plano Brasil Maior (PBM), reuniu-se em maio pela segunda vez, com o objetivo de identificar temas prioritários da agenda setorial do comércio. O Conselho é composto por entidades que representam diferentes classes do empresariado do comércio brasileiro, e tem como função formular propostas para a agenda do setor e indicar iniciativas para facilitar e fomentar o comércio. Também participam do Conselho outras entidades como SEBRAE, BNDES, FEBRABAN, Banco do Brasil, além do próprio MDIC.

O Termo Economia Verde – Internacionalmente o termo economia verde foi lançado em março de 2007, na reunião do G8+5 principais países emergentes. O governo alemão propôs um estudo sobre “a importância econômica da perda global da diversidade biológica”. O Programa Ambiental das Nações Unidas- PNUMA, com apoio financeiro da Comissão Europeia, Alemanha, Reino Unido, Holanda, Noruega, Suécia e Japão está coordenando os relatórios de estudos para programar o que eles chamam de: A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade, cuja sigla em inglês é TEEB. O objetivo é criar um valor financeiro para a biodiversidade.

 

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