Síntese das palestras do CTur – 12/03/2014

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O cenário futuro da área de aviação foi abordado em painel no CTur pelo Coronel-Aviador Ary Rodrigues Bertolino, do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), no dia 12 de março. A instituição, fundada em 2007, no auge da crise que afetou o setor, opera num prédio vizinho ao Santos Dumont, de onde é possível monitorar e detectar em tempo real qualquer anormalidade, via cobertura por radar dos céus do Brasil.

O cenário futuro da área de aviação foi abordado em painel no CTur pelo Coronel-Aviador Ary Rodrigues Bertolino, do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), no dia 12 de março. A instituição, fundada em 2007, no auge da crise que afetou o setor, opera num prédio vizinho ao Santos Dumont, de onde é possível monitorar e detectar em tempo real qualquer anormalidade, via cobertura por radar dos céus do Brasil. A inspeção engloba um total de 22 milhões km², contabilizando-se a extensão marítima; e de 7 a 8 mil, movimentos diários, dos quais em torno de 1,5 mil e 2,5 mil relativos à aviação executiva.

 

No Centro, funciona uma Sala de Decisão Colaborativa para que, ante algum problema, se debatam soluções conjuntas entre os diversos segmentos da aviação geral, a Infraero e os novos concessionários dos aeroportos. “O gerenciamento do espaço aéreo nacional, sua segurança e soberania, compete ao DCEA e a outro órgão do Comando da Aeronáutica – o Congar, que dispõe de meios para, identificando uma aeronave potencialmente hostil a qualquer cidade brasileira, interceptá-la e vistoriá-la. O Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) se integra ao patrulhamento da aviação comercial regular e às operações militares. Somos os únicos a usar esse tipo de formato, e já há países interessados em conhecer o modelo conexo civil-militar, que confere agilidade às ações”, explicou Bertolino. Segundo ele, apesar do encolhimento da movimentação nos últimos anos, há uma perspectiva de expansão do mercado, ainda que em volume inferior ao previsto, a partir de 2015. Com base nessas projeções, o CGNA elaborou um plano de investimentos até 2020.

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