Representantes da CNC participam do Conotel

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A abertura da 56ª edição do Congresso Nacional de Hotéis, o Conotel, foi marcada por posicionamentos e pelo incentivo ao associativismo como forma de fortalecer as reivindicações políticas do segmento. Com o tema “A nova hotelaria a partir do Hóspede”, o Conotel se realiza de 9 a 11 de abril no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O evento é realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), com patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A abertura da 56ª edição do Congresso Nacional de Hotéis, o Conotel, foi marcada por posicionamentos e pelo incentivo ao associativismo como forma de fortalecer as reivindicações políticas do segmento. Com o tema “A nova hotelaria a partir do Hóspede”, o Conotel se realiza de 9 a 11 de abril no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O evento é realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), com patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O secretário-geral da CNC, Eraldo Alves da Cruz, também participou do evento como mediador de um dos painéis.

Na abertura, o presidente do Conselho de Turismo da CNC, Alexandre Sampaio, falou sobre a aprovação da Lei de Flexibilização dos vistos, que estava sendo avaliada desde 1994 e que, agora, depende apenas da sanção da presidente Dilma Rousseff. Sampaio fez um apelo ao deputado federal Renato Molling, presidente da Comissão de Turismo da Câmara, também presente à mesa de abertura do evento, para interceder por outras reivindicações do setor. “Precisamos que o Legislativo e o Executivo enveredem para o debate, já encaminhado, de flexibilização da legislação trabalhista, para possibilitar o trabalho de curtíssima duração e a inclusão do setor de alimentação fora do lar no Plano Brasil Maior”, afirmou Sampaio. Ele lembrou que o empresariado deve estar atento e se unir, para que esse projeto do atual governo, que desonera importantes setores da economia, seja mantido após 2014.

Alexandre Sampaio comentou, ainda, recente estudo da CNC que demonstra a geração de quase 48 mil vagas de trabalho temporário no turismo com a Copa do Mundo. Ele afirmou que 33% dessas vagas serão abertas no segmento de alimentação fora do lar e 28% na hotelaria, “o que ressalta a importância desses segmentos para a geração de emprego e renda”.

A questão dos pacotes de hospedagem para a Copa do Mundo de 2014, comercializados pela Match Services, também foi abordada por Sampaio, acreditando que foi gerado um estigma de preço alto que precisa ser questionado. “Por conta de um foco da Embratur, perdemos a oportunidade de potencializar a vinda de mais turistas para o Brasil de uma forma efetiva e a longo prazo. A Fifa nunca vendeu tantos pacotes para a Copa como agora. Entretanto, a atuação da Embratur estigmatizou o Brasil como um país caro, e essa é uma imagem com a qual teremos de lidar e que precisaremos superar nos próximos anos”, concluiu.

Reivindicações

Entre as reivindicações do setor, o presidente da ABIH Nacional, Enrico Fermi, anunciou que tinha recebido uma ligação do deputado Otávio Leite informando que foi aprovada a Lei de flexibilização de vistos. “Nosso setor é composto de 25.800 meios de hospedagem no País”, afirmou Fermi, que lembrou o aumento de associados à entidade nos últimos três anos, de 1.218 para 3.983, e a importância crescente do segmento para a economia do País. Fermi agradeceu o apoio da Confederação ao Conotel e a presença do secretário-geral da CNC, Eraldo Alves da Cruz.

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