Presidente da CNC fala sobre o empresômetro

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O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, assina artigo no Jornal do Commercio (RJ) desta quarta-feira, 10 de novembro, intitulado A CNC, MPE e empresômetro. Ele aborda a importância de políticas públicas que beneficiem as micros e pequenas empresas (MPEs), que respondem, hoje, por 52% dos empregos formais e participam com 27% do Produto Interno Bruto. “Em 2001, a participação das MPEs no PIB atingia 23%, mas a tendência é ultrapassar 30% até 2021 e caminhar para alcançar 50% até 2050”, afirma Oliveira Santos.

O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, assina artigo no Jornal do Commercio (RJ) desta quarta-feira, 10 de novembro, intitulado A CNC, MPE e empresômetro. Ele aborda a importância de políticas públicas que beneficiem as micros e pequenas empresas (MPEs), que respondem, hoje, por 52% dos empregos formais e participam com 27% do Produto Interno Bruto. “Em 2001, a participação das MPEs no PIB atingia 23%, mas a tendência é ultrapassar 30% até 2021 e caminhar para alcançar 50% até 2050”, afirma Oliveira Santos.

No artigo, o presidente da Confederação aborda a geração de informações por parte da entidade, que pode contribuir para um diagnóstico mais preciso sobre a situação das MPEs, permitindo, assim, a formulação mais precisa de políticas públicas para esse segmento. Oliveira Santos destaca a atuação da CNC em parceria com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), o Fórum Permanente das MPEs e o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). E como exemplo desse trabalho, ressalta o lançamento, em 18 de novembro, do portal Empresômetro. O portal faz um raio X quantitativo do segmento, em tempo real, e pode ser acessado em: http://empresometro.cnc.org.br/

“No portal encontram-se informações relevantes para os empresários e, fundamentalmente, notícias geradas pela CNC nas áreas da sua atuação, destacando-se as análises sobre a conjuntura econômica e o comércio de bens serviços e turismo, com projeções sobre crédito, vendas e emprego, intenção de consumo, endividamento das famílias e confiança dos empresários”, explica o presidente da CNC.

Leia o artigo na íntegra.

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