A atual política industrial brasileira está alicerçada no incentivo à cadeia produtiva, com regimes tributários especiais para determinados setores, e na redução de custos dos fatores produtivos e da força de trabalho. A informação é do novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, que esteve na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Rio de Janeiro, em 25 de março, para participar de reunião da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).
A atual política industrial brasileira está alicerçada no incentivo à cadeia produtiva, com regimes tributários especiais para determinados setores, e na redução de custos dos fatores produtivos e da força de trabalho. A informação é do novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, que esteve na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) no Rio de Janeiro, em 25 de março, para participar de reunião da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).
No encontro, Borges afirmou, também, que será lançada, em breve, pelo governo uma medida para reduzir a cumulatividade do PIS/Confins.
Portal único do comércio exterior
O ministro disse que trabalha para o lançamento de um portal único do comércio exterior, a fim de modernizar, simplificar e harmonizar normas, rotinas e procedimentos relativos às operações de importação e exportação de bens e mercadorias, com maior rapidez. “O portal vai reduzir os custos para o exportador no longo prazo, daqui a quatro anos, enquanto a desoneração do PIS/Confins terá impacto no curto prazo”, comentou.
Aos representantes da AEB, o ministro ressaltou que pretende intensificar o diálogo com o setor exportador brasileiro, retomando a agenda de reuniões do Conselho Consultivo do Setor Privado da Câmara de Comércio Exterior (Conex). Questionado sobre a possibilidade de reedição do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra), que vigorou até o final do ano passado, Borges disse que “não desistiu do programa” e estuda o tema com outras áreas do governo.