Eventos marcam o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil

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Eventos em mais de 50 países marcarão, no dia 12 de junho, o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. As Nações Unidas, governos, organizações não-governamentais, empregadores, trabalhadores e a sociedade civil participarão de debates, manifestações culturais e campanhas de sensibilização para a data, que este ano tem o tema “Direitos Humanos e Justiça Social… Vamos acabar com o trabalho infantil”.

Eventos em mais de 50 países marcarão, no dia 12 de junho, o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. As Nações Unidas, governos, organizações não-governamentais, empregadores, trabalhadores e a sociedade civil participarão de debates, manifestações culturais e campanhas de sensibilização para a data, que este ano tem o tema “Direitos Humanos e Justiça Social… Vamos acabar com o trabalho infantil”.

O Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil existe há 10 anos, mas, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), “ainda persiste uma disparidade entre a ratificação das Convenções e as ações de combate dos governos“. Estimativas mostram que há 215 milhões de crianças trabalhadoras no mundo, sendo que cinco milhões estão presas em trabalhos forçados, inclusive em condições de exploração comercial para fins sexuais e servidão por dívidas.

O trabalho infantil no Brasil

No Brasil, o trabalho infantil diminuiu 13,44% entre 2000 e 2010, segundo dados do Censo 2010 divulgados pelo IBGE. O dado geral mostra diminuição no trabalho infantil na faixa etária entre os 10 e 17 anos. Em 2010, havia 3,4 milhões de crianças e adolescentes nessa idade ocupados, o que representava 3,9% das 86,4 milhões de pessoas ocupadas com 10 anos ou mais de idade. Em 2000, eram 3,94 milhões. No entanto, ao analisar as distintas faixas etárias, observa-se um aumento no grupo mais frágil: o trabalho infantil na faixa entre 10 e 13 anos voltou a subir em 1,56%, revela o estudo.

A parcela de crianças e adolescentes ocupados do sexo masculino (2,065 milhões) manteve-se superior à feminina (1,342 milhão) em 2010. No grupo etário de 10 a 15 anos, os meninos representaram 60,3% (964 mil), ao passo que na faixa de 16 ou 17 anos, 60,9% (1,101 milhão). Em 2000, o diferencial era maior, alcançando 66,9%, na faixa de 10 a 15 anos de idade (1,199 milhão homens para 593 mil mulheres), e 64,0%, na de 16 ou 17 anos de idade (1,371 milhão de homens para 773 mulheres).

 

 

 

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