Entrevista: André Roncatto, coordenador da CBÓptica

Compartilhe:

André Roncatto

Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos (CBÓptica)

Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do segmento óptico?

André Roncatto

Coordenador da Câmara Brasileira do Comércio de Produtos e Serviços Ópticos (CBÓptica)

Qual a importância de existir um espaço dentro da CNC para discutir as principais demandas do segmento óptico?

A CBóptica é considerada uma conquista do segmento. Esse espaço possibilita que as lideranças empresariais regionais do varejo óptico possam trocar suas experiências em favor de todo o segmento. Experiências essas que, quando positivas nos servem de referência, e as experiências mal sucedidas também nos trazem algum aprendizado. Por fim, essa troca de informações e opiniões fortalece o grupo cada vez mais.

Em sua opinião, quais os principais desafios do setor atualmente?

Entre os principais desafios estão o combate ao comércio ilegal, a capacitação constante de nossos colaboradores e a busca de inovação. Sobre a capacitação, é importante salientar o papel do Senac, cuja educação profissionalizante é exemplar em todo o País. É claro que um segmento não se resume somente nesses fatores citados. O mercado é dinâmico e precisamos estar sempre acompanhando os movimentos de toda a cadeia produtiva para estarmos atualizados e fortes.

Como o senhor vê a integração entre representantes do setor de diversos estados brasileiros na CBóptica?

A participação dos representantes de diferentes estados brasileiros é o que dá consistência e riqueza ao nosso trabalho. O Brasil é um país enorme e ao mesmo tempo muito jovem. Por sua dimensão, o Brasil tem em si muita diversidade. Cada contribuição regional é muito bem vinda à Câmara, que vê na pluralidade de seu conjunto a sua maior expressão de democracia e convergência num só objetivo: o melhor para o varejo óptico brasileiro.

Como o setor de varejo óptico está sendo impactado pela atual situação econômica do Brasil?

Sabemos que qualquer crise econômica tem começo, meio e fim. O varejo costuma sentir muita dificuldade quando há retração do consumo, e por isso, cabe-nos explorar ao máximo a nossa capacidade de nos reinventarmos diante dos desafios. Não abrimos mão da excelência no atendimento de nossos clientes. Atuamos num mercado altamente técnico e, portanto, altamente exigente. O mercado óptico trabalha com as soluções da Saúde Visual dos consumidores. E é com essa responsabilidade que seguimos acreditando em nossa trajetória para enfrentarmos essa e outras dificuldades de mercado. Ao inovar e persistir, seguimos corrigindo as falhas e viabilizando nossas virtudes. 

Como o senhor vê o trabalho da CBóptica integrado à atuação da CNC na defesa dos empresários?

Estamos alinhados com a CNC na busca das melhores oportunidades para o varejo óptico nacional. Como empresários, temos orgulho de fazer parte de uma estrutura como a CNC, que nos dá o suporte necessário para atuarmos, não só na CBóptica, como em nossas atividades empresariais e sindicais. Aproveito para prestar o reconhecimento do excelente trabalho das assessorias da CNC, sejam elas a jurídica, econômica ou parlamentar, onde todas elas nos garantem a agilidade e a qualidade na atuação. Temos no nosso vice-presidente Administrativo da CNC, Darci Piana, que coordena as Câmaras Brasileiras, no Marcos Arzua, secretário-geral da CNC e também na Sra. Andrea Marins, que assessora as Câmaras Brasileiras, a atenção e o apoio de que necessitamos para o andamento de nossas atividades. Por fim, a nossa aproximação com as instituições como o Senac e o Sesc, demonstra que a relação sistêmica institucional contribui para as demandas do nosso segmento.

Leia mais

Rolar para cima