Empresários catarinenses pedem revisão do modelo de gestão do Brasil

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O Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (Cofem) reuniu os representantes da bancada catarinense no Congresso Nacional, composta por 18 deputados e três senadores, em café da manhã, em 8 de outubro, “para reiterar as posições do setor privado em relação a temas essenciais que preocupam não só o Estado, mas o País”, como resumiu o presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt. Segundo ele, “o Brasil vive um momento de apreensão, e, por isso, pedimos que, nas discussões entre a sociedade e a classe política, como é o caso agora, o modelo de gestão seja revisto.”

O Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (Cofem) reuniu os representantes da bancada catarinense no Congresso Nacional, composta por 18 deputados e três senadores, em café da manhã, em 8 de outubro, “para reiterar as posições do setor privado em relação a temas essenciais que preocupam não só o Estado, mas o País”, como resumiu o presidente da Fecomércio-SC, Bruno Breithaupt. Segundo ele, “o Brasil vive um momento de apreensão, e, por isso, pedimos que, nas discussões entre a sociedade e a classe política, como é o caso agora, o modelo de gestão seja revisto.”

Ao falar na abertura do encontro, que teve o apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, Breithaupt criticou o pacote de medidas do governo federal que elevam os impostos. “A carga tributária que suportamos hoje está em quase 40% do Produto Interno Bruno (PIB – a soma de todos os serviços e bens produzidos), e não cabe mais aumento de impostos. Chegou o momento de rever o tamanho do Estado brasileiro.”

Breithaupt, que também é diretor-secretário da CNC, apelou ainda para que deputados e senadores lutem contra “qualquer confisco de recursos do Sistema S”, cujas instituições integrantes “investem muito em educação, saúde, esporte e lazer, enfim, em qualidade de vida para os trabalhadores”. Ele disse acreditar que “com educação é que vamos mudar o status quo deste País”.

O presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Glauco José Côrte, reforçou o apelo, afirmando que “a pressão das entidades e as críticas de parlamentares já surtiu efeito, com o governo refluindo de sua proposta inicial de se apropriar de 30% da verba das entidades do Sistema S. Ele entregou ao coordenador da Fórum Parlamentar Catarinense, deputado Mauro Mariani (PMDB), o documento Pleitos Empresariais de Santa Catarina, que reúne as principais reivindicações do setor produtivo.

“É importante estreitar essa relação e ouvir as preocupações daqueles que trabalham e ajudam o País a se desenvolver. Santa Catarina, em particular, é o exemplo do Brasil que dá certo”, afirmou Mariani.

O documento resume a posição dos empresários em relação a Sistema S, questões trabalhistas – em particular, a regulamentação da terceirização e o Programa de Proteção ao Emprego –, tributárias, regulamentação da economia, infraestrutura, energia e logística.

Cofem

O Cofem é integrado pelas Federações do Comércio (Fecomércio), da Indústria (Fiesc), da Agricultura (Faesc), de Transportes (Fetrancesc), das Associações Empresariais (Facisc), das Câmaras Lojistas (FCDL) e de Micro e Pequenas Empresas (Fampesc).

Também prestigiaram o encontro o 3º vice-presidente da CNC, deputado Laércio Oliveira (SD-SE), o secretário-geral da entidade, Marcos Arzua, e a subchefe do Gabinete da Presidência, Cristinalice Oliveira, além do presidente da FCDL, Ivan Tauffer.

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