Consumo e endividamento

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O jornal Brasil Econômico publicou, na edição de ontem, segunda-feira (20), artigo do chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, intitulado “Moderação do consumo e endividamento das famílias”. No artigo, o economista mostra que o ano de 2013 foi o de menor crescimento do consumo das famílias brasileiras. As vendas do comércio varejista, que apresentaram um crescimento médio de 7,9% entre os anos de 2004 e 2012, devem crescer 4,5% em 2013 e 5,1% este ano.

O jornal Brasil Econômico publicou, na edição de ontem, segunda-feira (20), artigo do chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, intitulado “Moderação do consumo e endividamento das famílias”. No artigo, o economista mostra que o ano de 2013 foi o de menor crescimento do consumo das famílias brasileiras. As vendas do comércio varejista, que apresentaram um crescimento médio de 7,9% entre os anos de 2004 e 2012, devem crescer 4,5% em 2013 e 5,1% este ano. “Apesar de ser um resultado ainda satisfatório, representa uma forte desaceleração em relação à tendência observada até o ano passado. O forte crescimento do comércio varejista a partir de 2004 veio de uma conjunção de fatores favoráveis, entre os quais se destaca o fortalecimento do mercado de trabalho e do crédito”, escreveu. 

O economista mostra que, desde 2012, o cenário mudou, o ritmo de geração de novos postos de trabalho reduziu-se, a renda real do trabalho cresceu menos e o mercado de crédito avançou em ritmo mais moderado. Carlos Thadeu cita a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da CNC, que revela que a média do número de famílias com dívidas aumentou 7,5% entre 2012 e 2013 e alcança 62,5% do total. Mas ele ressalta que este endividamento tem um perfil melhor e a inadimplência se manteve em trajetória de queda. “Um endividamento elevado, juntamente ao encarecimento do crédito e de ganhos menores de renda, também formam um cenário menos positivo para inadimplência, mesmo com o crescimento mais moderado das concessões de crédito. Não só as famílias demandarão menos crédito, mas também encontrarão condições mais difíceis para novos financiamentos e renegociação de dívidas antigas”, apontou. Acesse abaixo a íntegra do artigo.

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