Confiança do empresário cresce em outubro

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) apresentou alta de 0,5% em outubro, na comparação com o mês anterior.

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) apresentou alta de 0,5% em outubro, na comparação com o mês anterior. Segundo análise da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a alta em outubro refletiu uma combinação de queda nas condições atuais de confiança dos varejistas (-1,2%) devido à desaceleração do mercado de trabalho e dos rendimentos, com uma alta no índice de expectativas (+1,5%) e de investimentos (+1,0%).  “A alta nas expectativas dos empresários pode ter sido influenciada pela perspectiva de juros menores em 2012”, afirma João Felipe Araújo, economista da CNC.

Dos três subíndices que compõem o ICEC, o Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) apresentou queda de 1,2% em outubro, na comparação com o mês anterior, influenciado principalmente pela retração das condições atuais no setor varejista (-2,1%). A percepção em relação às condições atuais da economia brasileira também recuou (-1,1%) após queda de 0,3% em setembro.  Já o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) apresentou elevação em todos os subitens. O destaque ficou para as melhores expectativas em relação à economia (+2,1%).

A CNC estima em 6% o crescimento das vendas do varejo em 2011, e que a economia brasileira, como um todo, tenha crescimento em torno de 3%, uma vez que a atividade econômica do País no segundo semestre se mostrou mais fraca do que na primeira metade do ano. “Além disso, é preciso lembrar que numa eventual piora do cenário externo, o impacto no comércio varejista pode ser maior do que o esperado, principalmente porque o aumento do risco global pode fazer com que o dólar volte a subir de forma significativa”, explica João.

Em relação às vendas para o Natal 2011, a Confederação estima um crescimento de 5% nas vendas, em relação a 2010, levando em consideração que foram abertos aproximadamente 140 mil postos de trabalho temporários.

Clique aqui e veja os gráficos e análise completa dos dados do ICEC , organizados pela Divisão Econômica da CNC.

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