A presidente da República, Dilma Rousseff, assinou, nesta quarta-feira, 18 de junho, no Palácio do Planalto, decreto que lança o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec 2), pelo qual o governo federal promete oferecer 12 milhões de vagas em cursos técnicos. O programa é uma extensão do Pronatec, que resulta da parceria entre o Ministério da Educação, o Sistema S e institutos federais de ensino, com grande participação do Senac.
A presidente da República, Dilma Rousseff, assinou, nesta quarta-feira, 18 de junho, no Palácio do Planalto, decreto que lança o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec 2), pelo qual o governo federal promete oferecer 12 milhões de vagas em cursos técnicos. O programa é uma extensão do Pronatec, que resulta da parceria entre o Ministério da Educação, o Sistema S e institutos federais de ensino, com grande participação do Senac.
Durante a cerimônia o Sistema Comércio foi condecorado. Representando o presidente de Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Antonio Oliveira Santos, o consultor da Presidência da entidade, Roberto Nogueira Ferreira, recebeu uma placa em mérito ao Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), como o segundo maior ofertante do Programa. “O Senac é parceiro de primeiríssima hora do Pronatec. Posso dizer que é um de seus formuladores”, afirmou Nogueira.
A presidente Dilma afirmou que o programa federal já matriculou 7,4 milhões de alunos no ensino técnico e que esse número deve chegar a 8 milhões de matrículas até o final de 2014. “O Pronatec não para de crescer, por isso nós temos clareza da importância da segunda etapa, porque nós conhecemos o nível de demanda e sabemos que devemos continuar. A segunda etapa do Pronatec oferecerá 12 milhões de vagas em 220 cursos técnicos, e 646 cursos de qualificação a partir de 2015”.
Ela ressaltou as três características principais do Pronatec, que fazem dele um diferencial na inclusão social e avanço econômico: a gratuidade (que tem papel de inclusão social e econômico); a qualidade dos cursos (onde se referiu ao Senac e demais entidades do Sistema S); e a diversidade dos cursos (220 cursos técnicos de nível médio, e 646 de qualificação profissional). “Nós estamos tratando com o Pronatec de uma questão essencial para a sociedade e a economia brasileira. Para a sociedade, porque cada vez mais a educação terá um duplo papel: garantir a perenidade da redução da pobreza e da distribuição de renda”.
A presidente agradeceu às parcerias, em especial, ao Sistema S. “Sem as instituições envolvidas não seria possível criar o Pronatec. Assisti de forma comovida inúmeras formaturas, em todo o Brasil. Jovens, adultos, homens e mulheres, pessoas que colocaram isso no centro de suas vidas, focaram na profissionalização para progredirem. Isso demonstra grande força e determinação do povo”, contou a Presidente.
E finalizou destacando a transformação que o programa permite à vida dos brasileiros, “Esse programa traz esperança para as pessoas. E esperança é o que precisamos para construir sempre um mundo melhor”.
O Ministro da Educação, Henrique Paim, afirmou que o programa pretende valorizar o conhecimento e expandir as redes de educação do Sistema S. Segundo Paim, esse é um dos programas que mais focam na inclusão social. “O Pronatec vai na raiz da desigualdade social, dando oportunidade a todos. Sabemos que temos obrigação de darmos continuidade a esse programa. Uma nova prioridade é a formação empreendedora aos micro e pequenos empreendedores”.