A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) cuida não apenas de defesa dos interesses do empresariado, mas também dos cidadãos, investindo fortemente em educação. “Isso faz parte da visão social que a CNC tem do Brasil”, afirmou o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/DF), Luiz Otávio da Justa Neves, que representou o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, na audiência pública do programa “Segurança sem violência”.
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) cuida não apenas de defesa dos interesses do empresariado, mas também dos cidadãos, investindo fortemente em educação. “Isso faz parte da visão social que a CNC tem do Brasil”, afirmou o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/DF), Luiz Otávio da Justa Neves, que representou o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, na audiência pública do programa “Segurança sem violência”.
O programa é uma iniciativa do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Ministério da Justiça (MJ), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Nacional de Defensores Públicos Gerais (Condege). O objetivo é desenvolver projetos integrados e articular políticas nacionais para melhorar o sistema prisional brasileiro.
Durante dois dias (12 e 13 de fevereiro), advogados, juristas, executivos de entidades empresariais e ministros de Estado e de tribunais superiores discutiram soluções para o sistema prisional. Entre as palestrantes, estava a vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho.
Em sua palestra, o diretor do Senac disse que a opção da entidade é atuar nas causas, para evitar as consequências. “Os presídios e delegacias no Brasil estão lotados. Mas o que causou isso? O fato gerador foi a falta de educação, de escolas em tempo integral, de famílias ajustadas, de oportunidade de emprego para os pais, etc.”, observou.
Segundo ele, a atuação do Senac em presídios é, basicamente, na parte educacional, com foco na formação profissional. “Se tiver profissão, uma pessoa que reconquista sua liberdade tem a oportunidade de voltar a se inserir no mercado de trabalho. Por isso, investimos fortemente em pessoas que cumprem pena e naquelas que estão na iminência de deixar o presídio dando a elas a chance de ter uma profissão e procurando empresários para que deem emprego.”
Luiz Otávio lembrou ainda outros programas federais de grande repercussão social nos quais o Sistema CNC-Sesc-Senac participa, como o Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Programa Senac de Gratuidade (PSG).