Destaque da edição:
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Percentual de famílias endividadas aumenta em julho de 2017 – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 57,1% em julho de 2017, o que representa uma alta em relação aos 56,4% observados em junho de 2017. Entretanto, o indicador ficou abaixo dos 57,7% de julho de 2016. Apesar da alta do percentual de famílias endividadas, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu entre junho e julho de 2017, passando de 24,3% para 24,2% do total. Houve alta em relação a julho de 2016, quando esse indicador alcançou 22,9% do total.
Expectativa para inflação aumenta pela segunda vez – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (28/07), a mediana das expectativas para o IPCA deste ano aumentou pela segunda vez e alcançou 3,40%, contrariando a tendência de queda das últimas sete semanas, contudo a taxa é menor do que a previsão de 3,46% de quatro semanas passadas. Continuando abaixo do limite superior da meta de inflação e da taxa de 6,29% realizada em 2016. No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,15% para julho e 0,30% para agosto deste ano. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,11% e 0,23%, respectivamente, valores próximos, contudo abaixo, dos estimados pelo mercado. A projeção para o IPCA de 2018 mostra estabilidade, permanecendo em 4,20%, também pela segunda semana.
Novos tempos e novas práticas – Recessão, queda das vendas, produtos caros, desemprego, consumidores cautelosos e incertezas políticas. Esses são problemas para se enfrentar hoje, cujas soluções travam o crescimento dos negócios. Juntos, eles se tornam motivos para desânimo e até fracasso, em face das causas e dos efeitos sobre a sociedade. Ao influenciar a respeito da sobrevivência da empresa, também são elementos que atiçam aqueles que buscam oportunidades. Enquanto outras dizem que não, muitas pessoas afirmam que durante períodos de crise existem oportunidades.
Saneamento básico – Após a aprovação da Lei do Saneamento (Lei nº 11.445/2007), inúmeros esforços vêm sendo realizados para permitir uma mudança estrutural significativa no setor, ampliando os investimentos, por meio de programas como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) e, agora, com as iniciativas de retomadas para concessões no setor, por meio do novo Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). Uma vez que os empreendimentos forem qualificados no PPI, eles serão tratados como prioridade nacional. Os órgãos e entidades envolvidos devem atuar para que os processos e atos necessários à estruturação, liberação e execução do projeto ocorram de forma eficiente e econômica.