Fecomércio-ES disponibiliza ajuda a comerciantes prejudicados com paralisação da polícia

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A Fecomércio-ES vai disponibilizar fundo de R$ 1 milhão aos lojistas que necessitarem fazer reparos emergenciais nos estabelecimentos que sofreram depredação durante a paralisação da Polícia Militar. “Os casos serão analisados individualmente após a normalização da segurança do Estado e não serão cobrados juros e correções no pagamento do crédito. Os empresários terão até 90 dias para quitar o empréstimo”, relata o presidente da Federação, José Lino Sepulcri.

A Fecomércio-ES vai disponibilizar fundo de R$ 1 milhão aos lojistas que necessitarem fazer reparos emergenciais nos estabelecimentos que sofreram depredação durante a paralisação da Polícia Militar. “Os casos serão analisados individualmente após a normalização da segurança do Estado e não serão cobrados juros e correções no pagamento do crédito. Os empresários terão até 90 dias para quitar o empréstimo”, relata o presidente da Federação, José Lino Sepulcri. A Federação também vai pleitear ao Governo empréstimo com juros subsidiados para atender os lojistas na reposição de seus estoques. 

Com a paralisação da Polícia Militar capixaba e o clima de insegurança das ruas, a estimativa é que o comércio do Espírito Santo tenha prejuízos em torno de R$ 45 milhões por dia, com as lojas fechadas. O número não leva em consideração a ocorrência de depredações e assaltos. O levantamento, realizado pela Fecomércio-ES, considera o PIB do comércio do Espírito Santo (IBGE-2014 atualizado pelo IPCA 2016) diário como o valor máximo que poderia ser perdido pelo comércio em um dia parado e a quantidade de dias úteis perdidos. Mas o número pode ser maior, já que a sensação de insegurança ainda é grande para o cliente retornar às lojas. Estima-se que o faturamento no mês de fevereiro caia em torno de 30%. 

Segundo estimativas, foram cerca de 270 lojas saqueadas ou depredadas até o momento só na Grande Vitória e o prejuízo com as depredações e saques gira em torno de R$ 20 milhões para os comerciantes capixabas. “Tem pequenos lojistas que encerrarão as suas atividades porque o que tinha estava na loja”, enfatiza o presidente da Fecomércio. A arrecadação do Estado também poderá despencar, agravando mais ainda a situação que suscitou esta greve.

 

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