O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, senador Armando Monteiro (PTB-PE), participou, nesta segunda-feira (2), de plenária na Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), onde foi recebido pelo presidente da entidade, Abram Szajman, e pelos diretores. Em sua primeira visita a São Paulo como ministro, Monteiro destacou a importância da Fecomércio-SP para o setor econômico, principalmente nos segmentos de serviços, turismo, comércio e terciário.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, senador Armando Monteiro (PTB-PE), participou, nesta segunda-feira (2), de plenária na Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), onde foi recebido pelo presidente da entidade, Abram Szajman, e pelos diretores. Em sua primeira visita a São Paulo como ministro, Monteiro destacou a importância da Fecomércio-SP para o setor econômico, principalmente nos segmentos de serviços, turismo, comércio e terciário.
O encontro abordou questões trabalhistas e tributárias. Para o ministro, o Brasil tem que voltar a assumir uma agenda de reforma, fazendo “um esforço para promover a reforma num ambiente microeconômico”. Na avaliação de Monteiro, é necessário reduzir a complexidade do sistema, atuando para diminuir o número de obrigações. “O Brasil conta com 27 legislações diferentes de ICMS. É um manicômio tributário.” O ministro lembrou que o varejo é o maior empregador do Brasil. “E o varejo tem a capacidade de entender as mudanças econômicas que acontecem diariamente”, afirmou Monteiro.
Exportação
Ao analisar as mudanças ocorridas no cenário de exportações, Monteiro destacou que “as matérias-primas e as commodities perderam valor, e em 2014 tivemos um déficit na balança comercial que alcançou mais de 4% do PIB, equivalente a U$ 91 bilhões”. “É necessário criar mecanismos de financiamento de seguros e garantias para reforçar uma política exportadora”, afirmou o ministro. Segundo Monteiro, o Brasil deve praticar uma “política mais agressiva” em relação aos acordos comerciais, e a parceira com os EUA deve ser colocada no centro da nova estratégia de comércio externo brasileiro.