O deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira, discursou no Plenário da Câmara dos Deputados, no dia 24 de outubro, em homenagem à delegação brasileira de jovens competidores da WorldSkills 2017, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. “Trata-se de uma organização internacional que, desde 1950, tem como missão dar visibilidade e importância à educação profissional mundial, sendo também uma forte ferramenta de transformação socioeconômica”, afirmou o parlamentar.
O deputado federal e vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio Oliveira, discursou no Plenário da Câmara dos Deputados, no dia 24 de outubro, em homenagem à delegação brasileira de jovens competidores da WorldSkills 2017, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. “Trata-se de uma organização internacional que, desde 1950, tem como missão dar visibilidade e importância à educação profissional mundial, sendo também uma forte ferramenta de transformação socioeconômica”, afirmou o parlamentar.
“Tive a honra de acompanhar a delegação brasileira. Estar ao lado de uma juventude que luta por novos patamares de qualidade e excelência para o nosso país, por si só, já faria dessa viagem algo excepcional. Mas sinceramente o que me impressionou foi perceber que – em meio a um momento histórico e econômico tão conturbado, tão difícil – um Brasil competente está sendo construído, dia após dia”, complementou Laércio.
Este ano, o Brasil se manteve na elite da educação profissional do mundo, ficando em 2º lugar geral. A Rússia ficou em primeiro. Depois do Brasil, ficaram entre os melhores do mundo China, Coreia do Sul e Suíça. Mais de 1.200 jovens de 68 países competiram em 52 ocupações do setor industrial e de serviços.
De acordo com Laércio, a WorldSkills é uma grande oportunidade de exposição internacional de práticas pedagógicas e profissionais verdadeiramente inovadoras. “Engana-se quem pensa que ali se disputa tecnicidades ou a repetição autômata de padrões globais de trabalho. O que vi ali foram jovens sendo estimulados a pensar, a refletir sobre um novo olhar em suas práticas. Jovens que tinham que dosar humanidade e conhecimento, tendo o tempo por vezes como um adversário, por outras como um aliado de suas competências”, afirmou.