O comércio vai bem, obrigado – Em 2018, a economia brasileira consolidou o fim da recessão. A alta de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em relação ao ano anterior se sucedeu ao avanço já verificado em 2017, sepultando a maior crise da história econômica do País. Somente no biênio 2015/2016, o Brasil acumulou uma perda de 7,1% em termos de geração de riquezas. Para 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta crescimento de 5,4% no volume de vendas do varejo.
O comércio vai bem, obrigado – Em 2018, a economia brasileira consolidou o fim da recessão. A alta de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em relação ao ano anterior se sucedeu ao avanço já verificado em 2017, sepultando a maior crise da história econômica do País. Somente no biênio 2015/2016, o Brasil acumulou uma perda de 7,1% em termos de geração de riquezas. Para 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta crescimento de 5,4% no volume de vendas do varejo. Para a economia como um todo, a percepção da entidade é de que as condições que propiciaram a retomada do crescimento econômico no ano passado estão minimamente preservadas, mas há espaço significativo para a queda dos juros aos consumidores e ao setor produtivo. Assim, considerando um cenário ao final do ano no qual a inflação esteja próxima a 4% e os juros básicos em 6,5%, a entidade projeta avanço de 2,2% de crescimento da economia brasileira para 2019.
Aneel avalia adoção de tarifa binômia para o grupo B – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em sua Audiência Pública nº 59/2018, discutiu a implementação de uma tarifa binômia para o grupo B, ou seja, em unidades consumidoras de baixa tensão. O objetivo é buscar o aprimoramento da estrutura tarifária no mercado de distribuição de energia elétrica brasileiro. A tarifa binômia consiste em separar os custos fixos, que compõem toda a infraestrutura de disponibilidade de rede ofertada pelas distribuidoras, dos custos variáveis, que correspondem na energia de fato consumida. As alternativas apresentadas na Análise de Impacto Regulatório para a tarifa binômia, como opção de cálculo para a parcela fixa, são: 1. Manter o consumo volumétrico com custo de disponibilidade, ou seja, manter a tarifa monômia. 2. Atualizar o custo de disponibilidade, que corresponde àquele cobrado quando o consumo é nulo. 3. Tarifa fixa em reais sem distinção dos consumidores. 4. Tarifa fixa com distinção: – Número de fases utilizadas; – Faixas de consumo com base no consumo médio anual. 5. Medidor diferenciado e tarifa cobrada de acordo com a demanda. 6. Qualidade, considerando os medidores eletromecânicos.
Seminário de Análise Conjuntural – No primeiro Seminário de Análise Conjuntural da Fundação Getulio Vargas (FGV) deste ano o moderador, Armando Castelar, convidou alguns palestrantes para debaterem suas expectativas para a economia brasileira. A primeira a se pronunciar foi Silvia Matos, professora do mestrado profissional em Economia da Escola Brasileira de Economia e Finanças (EPGE) da FGV e coordenadora técnica do Boletim Macro Ibre. Sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi de 2,1%, com grande influência do consumo das famílias, enquanto o investimento deve crescer 3,7%. José Júlio Senna, doutor e mestre em Economia pela The Johns Hopkins University, em Baltimore, nos Estados Unidos, chamou a atenção para o fato que a Selic já foi muito reduzida desde 2016, contudo a atividade econômica não obteve uma grande melhora, com baixas taxas de crescimento, de inflação e de juros. Para finalizar o evento, o mediador Armando Castelar constatou que o País passa por problemas fiscais há muito tempo, mas conseguiu seguir adiante, com resultados fracos e medianos, sem grandes ajustes.
Mercado de trabalho – O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é um registro das admissões e demissões de trabalhadores. Assim, enquanto a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) trata de outras modalidades de emprego (informal, conta própria, funcionalismo, etc.), o Caged se concentra no mundo do trabalho formal. Os dados do Caged, divulgados pelo Ministério da Economia em 25 de março, apontaram para criação líquida de 173.139 vagas formais em fevereiro. Esse resultado ficou em linha com o esperado pelo mercado (180 mil) e acima da mediana das expectativas (90 mil).