Eleito a uma vaga no Senado por Santa Catarina, com 18% dos votos válidos, Jorginho Mello (PR) garante que seu mandato estará a serviço das micros e pequenas empresas e do povo de seu estado. Ele defende a criação de linhas de crédito pelo BNDES e carga tributária menor para quem empreende.
Natural de Ibicaré (SC), Jorginho dos Santos Mello, 62 anos, é deputado federal. Está no segundo mandato na Câmara, tendo sido eleito em 2010 e 2014. Também foi deputado estadual por quatro mandatos, entre 1995 e 2011, e vereador em Herval d’Oeste (SC).
Eleito a uma vaga no Senado por Santa Catarina, com 18% dos votos válidos, Jorginho Mello (PR) garante que seu mandato estará a serviço das micros e pequenas empresas e do povo de seu estado. Ele defende a criação de linhas de crédito pelo BNDES e carga tributária menor para quem empreende.
Natural de Ibicaré (SC), Jorginho dos Santos Mello, 62 anos, é deputado federal. Está no segundo mandato na Câmara, tendo sido eleito em 2010 e 2014. Também foi deputado estadual por quatro mandatos, entre 1995 e 2011, e vereador em Herval d’Oeste (SC).
“Pelo menos 60% dos empregos formais no Brasil quem mantém é o pequeno e microempresário. O BNDES precisa criar uma linha de crédito sem juros de agiota para que as pessoas possam crescer, melhorar e qualificar o seu negócio. Vou ajudar a fazer uma reforma tributária. O empresário não tira o dinheiro do bolso dele se não fizermos uma legislação que dê maior segurança jurídica, uma carga tributária menor”, argumentou.
O senador eleito também quer rever o pacto federativo para garantir mais recursos para os municípios e promete lutar para que o governo federal tenha mais atenção com Santa Catarina. “É um estado que tem recebido muito pouco do governo federal. Eu vou cobrar muito isso. Precisamos fazer um novo pacto federativo, deixando mais dinheiro nos municípios, onde tudo acontece”, afirmou.
Outra bandeira de Jorginho Mello é a reforma política. Segundo ele, um sistema com 38 partidos está longe do ideal. “É fundamental fazer a reforma política para acabar com essa farra.”