Destaque da edição:
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Recuperação do emprego já atingiu mais da metade das unidades da Federação – De janeiro a junho deste ano, 14 estados passaram a criar vagas de trabalho ou registraram saldos maiores do que os do mesmo período do ano passado. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste dominam a lista dos municípios que mais geraram novas vagas na primeira metade do ano. De acordo com dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), nos seis primeiros meses de 2017, o saldo entre admissões e desligamentos de trabalhadores formais no Brasil ficou positivo em 67.358 postos de trabalho. Esse resultado representou, portanto, uma recuperação em relação ao mesmo período do ano passado (-513.057) e a primeira geração líquida de vagas de emprego celetistas para este período desde 2014 (+669.697). Conclui-se, portanto, que, pela primeira vez desde 2014, houve avanço na ocupação formal durante o primeiro semestre do ano. Esse resultado contrastou com o desempenho do mercado de trabalho celetista no mesmo período do ano passado, quando foram extintas mais de 513 mil vagas.
Economia alemã segue em tendência positiva – A maior economia da Zona do Euro alcançou um superávit recorde de 18,3 bilhões de euros entre janeiro e junho, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Federal Statistical Office (Destatis). O superávit foi maior apenas no segundo semestre de 2000, quando o valor atingiu 28,8 bilhões de euros. O fluxo de impostos e contribuições sociais ajudou a preencher os fundos públicos no período. De acordo com analistas, a economia alemã continua em um caminho de crescimento – impulsionado pelo consumo e pelos crescentes investimentos corporativos. No período de três meses até junho, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,6%, o que corresponde às previsões em relação aos três meses anteriores, com o superávit em torno de 1,1% do PIB. O crescimento foi amplamente apoiado no consumo privado mais forte do que o esperado, que aumentou 0,8% em relação ao trimestre anterior.
Estimativa para o IPCA volta a cair – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central (25/08), a mediana das expectativas para o IPCA deste ano voltou a cair, 3,45%, terminando a tendência de alta das últimas semanas e mostrando uma taxa menor do que a previsão de 3,51% da semana anterior. No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,44% para agosto e 0,31% para setembro deste ano. As cinco instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,44% e 0,35%, respectivamente, valores próximos dos estimados pelo mercado. A projeção para o IPCA de 2018 mostra estabilidade, permanecendo em 4,20%, também pela sexta semana consecutiva.
Turismo no País – No dia 20 de agosto foi possível obter uma métrica do que poderá vir a ser o próximo verão nas principais cidades praianas do País, em especial no Rio de Janeiro. A observação ocorreu ao longo da extensão de quatro quilômetros da praia de Copacabana. Obviamente, o local constitui-se como polo de atração de pessoas o tempo todo. Como também deve estar claro que a observação não tem cunho científico nem estatístico. Mas, para um observador, inúmeros eventos destacaram-se: a movimentação de pessoas num dia nublado e com garoa foi um deles. No entanto, o que chamou mais atenção foi o contingente de turistas.