Maia descarta aumento de tributos para setor de serviços

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, recebeu, nesta quarta-feira (23/08) um manifesto de diversas entidades do setor de serviços contra a reforma do Pis/Cofins. O documento alerta para o “risco” de eventuais mudanças no sistema tributário provocarem, na prática, o aumento dessas contribuições, o que impactaria as atividades de serviços, que são intensivas e mão de obra e possuem poucos créditos de Pis/Cofins.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, recebeu, nesta quarta-feira (23/08) um manifesto de diversas entidades do setor de serviços contra a reforma do Pis/Cofins. O documento alerta para o “risco” de eventuais mudanças no sistema tributário provocarem, na prática, o aumento dessas contribuições, o que impactaria as atividades de serviços, que são intensivas e mão de obra e possuem poucos créditos de Pis/Cofins.

Durante a reunião, Rodrigo Maia declarou que já tratou do assunto com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e com o secretário da Receita, Jorge Rachid, que estariam sensíveis à demanda. “Eles sabem que a simplificação do Pis/Cofins tem que contemplar o setor de serviços. O Rachid disse que tinha uma solução e vai apresenta-la. Acho que eles não vão encaminhar nada que acarrete aumento de tributos”, disse Maia.

Também participaram da reunião os deputados Laércio Oliveira (SD-SE), que é vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Walter Shindi Ihoshi (PSD-SP), Izalci Lucas (PSDB-DF) e Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). Outros setores representados pelas entidades foram os de educação, segurança privada, saúde, factoring, telecomunicações, internet, construção pesada, construção e engenharia, rádio e televisão, transporte aéreo, transporte de cargas rodoviárias, hospedagem e alimentação, advocacia, contabilidade e consultoria.

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