Sumário Econômico 1485

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Destaque da edição:

Geração de vagas atingiu mais da metade dos subsetores no 1º trimestre

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Geração de vagas atingiu mais da metade dos subsetores no 1º trimestre

Apesar do saldo agregado negativo nos três primeiros meses do ano, 13 dos 25 subsetores de atividade geraram postos formais de trabalho. Trabalhadores jovens e qualificados em segmentos da indústria responderam pela maior parte das vagas criadas. De acordo com dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), nos três primeiros meses de 2017, o saldo entre admissões e desligamentos de trabalhadores formais no Brasil ficou negativo em 64,4 mil postos de trabalho. Apesar da retração no total da ocupação formal, a quantidade de vagas fechadas entre janeiro e março deste ano foi significativamente menor do que aquela verificada nos três primeiros meses do ano passado (303,1 mil). Mais detalhadamente, a análise dos 25 setores que compõem a força de trabalho no País já permite observar recuperações de vagas em 13 segmentos na comparação com os três primeiros meses de 2016.

ENAServ 2017

A Fecomércio São Paulo sediou, no dia 19 de março, o Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços – ENAServ 2017. O evento abrangeu assuntos relacionados às estruturas de suporte financeiro, às exportações de serviços e aos desafios e oportunidades para a exportação de serviços brasileiros. Além disso, foram abordados casos de sucesso de internacionalização de empresas de serviços e oportunidades nos mercados do Reino Unido e Canadá para serviços. Na solenidade de abertura, foi apresentada a criação de uma plataforma para consulta de dados de comércio exterior de serviços – Dashboard Siscoserv –, que já havia sido prometida pela Secretaria de Comércio e Serviço. Dessa forma, será possível consultar on-line as estatísticas geradas a partir do Siscoserv, por serviços, por países.

Olhando para a frente

Ao observar o momento atual, revelado pelos indicadores de exportação, alta de preços, taxa de juros e vendas varejistas juntamente com o comportamento das previsões recentes de curto e médio prazos sobre as principais variáveis macroeconômicas que refletem a tendência do rumo da economia brasileira, de certa forma já se pode ter impressão de que o pior já passou. Em outras palavras, segundo as últimas estatísticas, ao que parece, o fundo do poço começou a ficar para trás. Como economia não é ciência exata e as respostas dos agentes econômicos às medidas de política econômica demoram a vir em virtude das expectativas, da capacidade de reação dos agentes, bem como da confiança de cada um, entre outros motivos, em adição ao que tem acontecido no mercado consumidor, com o recuo da inflação e dos juros, os efeitos das medidas implementadas até aqui somente deverão surgir um pouco mais tarde – caso da PEC dos gastos, da diminuição da taxa de juros da Selic e do esforço fiscal em procurar equilibrar as finanças públicas – também por conta das expectativas, da reação dos agentes atingidos e da confiança de cada um.

Acordo para setor de embalagens em geral apresenta resultado positivo

De acordo com o Boletim Informativo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas), nº 72, o Acordo para o setor de embalagens em geral da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) apresenta resultados positivos. Um ano após a entrada em vigor do Acordo Setorial de Embalagens em Geral, assinado pelo governo federal e pela coalizão da Indústria de Embalagens, grupo das associações empresariais representativas de fabricantes, usuários e comerciantes de embalagens, começam a surgir os primeiros resultados positivos das ações propostas e executadas para atender às exigências da PNRS.

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