O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu hoje que ocorreram irregularidades fiscais no processo que resultou na fusão dos frigoríficos JBS e Bertin em 2009, mantendo uma cobrança de R$ 4 bilhões à empresa Tinto Holding – controladora da Bertin – e pessoas físicas que eram acionistas da companhia. Para os conselheiros, a criação do Fundo de Investimento em Participações (FIP) Bertin FIP, que possibilitou o adiamento do pagamento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e CSLL, foi irregular.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu hoje que ocorreram irregularidades fiscais no processo que resultou na fusão dos frigoríficos JBS e Bertin em 2009, mantendo uma cobrança de R$ 4 bilhões à empresa Tinto Holding – controladora da Bertin – e pessoas físicas que eram acionistas da companhia. Para os conselheiros, a criação do Fundo de Investimento em Participações (FIP) Bertin FIP, que possibilitou o adiamento do pagamento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e CSLL, foi irregular. O processo também tinha como parte o Citibank, que administrava o fundo. Os conselheiros, porém, consideraram que a instituição não estava relacionada no esquema apurado pela fiscalização.