Síntese da Economia Brasileira – 2015

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É com grande satisfação que apresentamos mais uma edição da Síntese da Economia Brasileira 2015, publicação da Divisão Econômica contendo informações relevantes sobre a economia do nosso país no ano passado. A economia brasileira registrou um dos piores momentos em 2015. O Produto Interno Bruto encolheu 3,8%, constituindo-se no mais baixo desde 1990 (-4,3%). A situação foi agravada pela inflação de dois dígitos (10,67%), pelo acentuado desequilíbrio fiscal do setor público e pelo elevado nível de juros, tendo como efeito a queda do emprego e da renda.

É com grande satisfação que apresentamos mais uma edição da Síntese da Economia Brasileira 2015, publicação da Divisão Econômica contendo informações relevantes sobre a economia do nosso país no ano passado. A economia brasileira registrou um dos piores momentos em 2015. O Produto Interno Bruto encolheu 3,8%, constituindo-se no mais baixo desde 1990 (-4,3%). A situação foi agravada pela inflação de dois dígitos (10,67%), pelo acentuado desequilíbrio fiscal do setor público e pelo elevado nível de juros, tendo como efeito a queda do emprego e da renda. Após atingir US$ 2,4 trilhões em 2014, o PIB nacional recuou para US$ 1,8 trilhão em 2015. Nesse contexto, verificou-se a diminuição da participação da indústria de 20,0% para 19,4% e da agropecuária de 4,8% para 4,5%, enquanto as atividades dos serviços cresceram de 60,7% para 61,7% do PIB. A forte retração do mercado doméstico teve muito a ver com a perda da capacidade do consumo e com a diminuição do nível dos investimentos realizados pelas empresas e pelo governo. Todos os componentes da demanda agregada registraram taxa negativa: consumo das famílias (-4,0%), consumo do governo (-1,0%) e formação bruta de capital fixo (-14,3%). Excetuando a agropecuária (+1,8%) e a indústria extrativa (+4,9%), os demais componentes do PIB acusaram perdas. A do comércio foi histórica (-8,9%), atingindo o mais baixo resultado desde 1948, por força da queda das vendas e da queda do emprego e da renda, o que acarretou o fechamento de quase 100 mil lojas no País. A boa notícia veio do setor externo porque o Brasil pôde reverter o déficit de US$ 4,1 bilhões (2014) para o superávit de US$ 19,7 bilhões. O desempenho das exportações (-15,0%) quanto das importações (-25,2%) refletiu o enfraquecimento das atividades produtivas, e o saldo comercial foi configurado em razão da falta de fôlego do mercado doméstico. Estas e outras informações podem ser encontradas nas diversas tabelas e gráficos organizados especialmente para apresentar o desempenho da economia brasileira.

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