A atuação estratégica – com foco no empresário representado e com aplicação inteligente de recursos intelectuais e materiais – marcou a atuação das Câmaras de Comércio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) este ano, conforme os dados apresentados na reunião de Coordenadores, realizada no Rio de Janeiro, em 1º de dezembro.
A atuação estratégica – com foco no empresário representado e com aplicação inteligente de recursos intelectuais e materiais – marcou a atuação das Câmaras de Comércio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) este ano, conforme os dados apresentados na reunião de Coordenadores, realizada no Rio de Janeiro, em 1º de dezembro.
Dados do Departamento de Planejamento (Deplan) da Confederação mostram que, na gestão orçamentária deste ano, houve 20% de redução no valor médio das reuniões de um modo geral; detalhadamente, foi registrada redução de 40% no valor médio de hospedagem dos participantes, redução de 50% nas despesas de eventos. O calendário mais efetivo proporcional também previu a antecipação da emissão das passagens aéreas, outra medida eficiente de economia.
“É importante transmitir para as bases o que é feito aqui. Com isso, a CNC reforça seu papel institucional, e as federações ganham preciosos subsídios para repassar às suas entidades, até chegar ao empresário, afinal buscamos resultados tanto para as entidades quanto para as empresas”, afirmou Darci Piana, coordenador geral das Câmaras e vice-presidente da entidade. Segundo ele, o uso de tecnologia para inovar e fazer com que as reuniões tenham mais aproveitamento foi um dos avanços constatados em 2015. “As reuniões são transmitidas hoje em dia por videoconferência para o Brasil inteiro”, citou. Além disso, durante os encontros são priorizados os seguintes focos: acompanhamento das proposições legislativas de interesse dos segmentos, novas e já existentes (em trâmite); apresentação de pautas objetivas; participação das áreas técnicas da CNC; disponibilização de matérias na internet; cobertura jornalística em todos os canais da Confederação; e avaliação dos integrantes.
“Nosso trabalho é equacionado com o orçamento que temos e, em paralelo, um de nossos propósitos é não ter pautas dos empresários que fiquem represadas, sem tratamento ou encaminhamento”, afirmou Marcos Arzua, secretário-geral da Confederação. Arzua se referiu ao trabalho contínuo que é realizado entre as reuniões e inclui o tratamento técnico das proposições; a identificação de novas necessidades; os encontros por videoconferências já citados; e a análise contínua do orçamento.
O levantamento do Deplan mostra ainda que, para 74% dos entrevistados, a avaliação das reuniões realizadas foi considerada ótima; 22% entrevistados consideraram boas as reuniões e 4% entenderam que as reuniões foram regulares. E não é só: em 2014, foram realizadas 17 reuniões de Câmaras; este ano, 18 reuniões de Câmaras e 3 reuniões de coordenadores; para 2016, estão previstas 18 reuniões de Câmaras, com Consultoria temática para aquelas que demandarem a necessidade, bem como duas reuniões de coordenadores.