Uma frente catarinense em defesa do Sistema S ganha força, com a campanha estadual articulada pelo Conselho das Federações Empresariais de SC, que reúne a Fecomércio SC, Fiesc, Faesc, Facisc, Fampesc, FCDL/SC e Fetrancesc. As lideranças reuniram-se em 245 (24 ou 25?) de setembro para debater sobre os impactos do confisco das verbas no Senai, Sesi, Senac, Sesc, Senar, Senat e Sest e enviaram um ofício à bancada catarinense em Brasília, alertando sobre os reflexos e pedindo o apoio aos parlamentares.
Uma frente catarinense em defesa do Sistema S ganha força, com a campanha estadual articulada pelo Conselho das Federações Empresariais de SC, que reúne a Fecomércio SC, Fiesc, Faesc, Facisc, Fampesc, FCDL/SC e Fetrancesc. As lideranças reuniram-se em 245 (24 ou 25?) de setembro para debater sobre os impactos do confisco das verbas no Senai, Sesi, Senac, Sesc, Senar, Senat e Sest e enviaram um ofício à bancada catarinense em Brasília, alertando sobre os reflexos e pedindo o apoio aos parlamentares.
Conforme o documento, assinado pelos representantes das sete federações, a medida é considerada intervencionista e poderá interromper diversos programas de educação, qualificação profissional e qualidade de vida dos trabalhadores em todo o País, resultando em prejuízos incalculáveis.
O corte significativo de recursos provocará o fechamento de inúmeras unidades em operação no Estado, reduzirá drasticamente os atendimentos e serviços oferecidos pelo Sistema S, além de enxugar o quadro de colaboradores em até cinco mil pessoas.
A apropriação das verbas do Sistema S para cobrir parte do déficit fiscal representa um “inaceitável retrocesso social”, segundo o texto, visto que as contribuições são destinadas para o financiamento de atividades voltadas ao bem-estar do trabalhador e à educação: “Registramos que não se trata de recursos públicos, e sim privados, recolhidos pelas empresas para utilização em benefício do setor, dos seus trabalhadores e de suas famílias”.
No “Manifesto pelo Futuro”, que integra uma série de ações da campanha conjunta, as entidades afirmam que “Preservar o Sistema S é manter o investimento no futuro de quem fará o Brasil voltar a crescer: as empresas e os trabalhadores”.