Fenavist alerta sobre contratação de segurança privada para Copa do Mundo

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As regras para contratação de segurança privada no período da Copa do Mundo têm causado preocupação dos empresários do setor. Durante reunião de diretoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada ontem (13), no Rio de Janeiro, o diretor da casa e presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Odair Conceição, alertou para a incapacidade de atender à demanda com as regras atuais para contratação de mão de obra. 

As regras para contratação de segurança privada no período da Copa do Mundo têm causado preocupação dos empresários do setor. Durante reunião de diretoria da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), realizada ontem (13), no Rio de Janeiro, o diretor da casa e presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Odair Conceição, alertou para a incapacidade de atender à demanda com as regras atuais para contratação de mão de obra. 

Segundo ele, a Fifa exige que a segurança dentro dos estádios seja privada, o que representaria um contingente aproximado de 30 mil trabalhadores. Como o setor conta com 800 mil profissionais já alocados, a saída proposta pela federação foi contratar profissionais nos dias em que estão de folga. Outra opção sugerida foi a contratação eventual, por período de curta duração. As propostas não foram aceitas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo Odair Conceição, a Fenavist encaminhou manifestação ao Ministério ponderando o passivo que uma equipe de segurança mal preparada pode gerar. “Os profissionais que atuam na segurança de grandes eventos precisam passar por treinamentos específicos. Não podemos contratar empresas de forma precária”, alertou. 

O assunto é acompanhado de perto pela Fenavist. No início de abril, representantes da federação reuniram-se com representantes do MTE, com a finalidade de discutir a forma de contratação dos vigilantes na Copa do Mundo. No encontro, debateram qual a melhor forma de contratação para os vigilantes trabalharem no período dos jogos da Copa, sem penalizar as empresas contratadas. De acordo com a entidade, o Ministério do Trabalho e Emprego, diante das várias propostas apresentadas, descartou a hipótese do trabalho eventual na atividade fim, e esclareceu a necessidade de ser assinada a Carteira de Trabalho (CTPS), conforme a legislação em vigor. Saiba mais sobre o setor de segurança privada na TV CNC.

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