“Brasil + Competitivo” é iniciativa positiva para pequenas e médias empresas

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A CNC considera positiva a iniciativa do Projeto de Lei 6.558/2013, que institui o programa “Brasil + Competitivo”, manifestou a economista Izis Janote, da Divisão Econômica da entidade, durante audiência pública nesta terça-feira (08/04), promovida pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. Segundo ela, a proposta cria condições para aumentar recursos financeiros à disposição das empresas elegíveis ao Programa, via mercado de capitais.

A CNC considera positiva a iniciativa do Projeto de Lei 6.558/2013, que institui o programa “Brasil + Competitivo”, manifestou a economista Izis Janote, da Divisão Econômica da entidade, durante audiência pública nesta terça-feira (08/04), promovida pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. Segundo ela, a proposta cria condições para aumentar recursos financeiros à disposição das empresas elegíveis ao Programa, via mercado de capitais.

“Essa forma de capitalização é moderna e saudável e fomenta a cultura empreendedora”, justificou. Em sua participação, Izis revelou que, atualmente, existem no Brasil cerca de seis milhões de pequenas e médias empresas, que representam 99% do total. “Mas o acesso de empresas brasileiras ao mercado de capitais é infinitamente inferior ao verificado em outros países”, incluindo China, Índia e África do Sul, três dos parceiros do Brasil no Brics, grupo econômico que reúne as cinco principais nações emergentes do mundo.

Izis citou alguns aspectos positivos do acesso ao mercado acionário para empresas de menor porte, entre eles a oferta de alternativas de baixo custo. A capitalização por essa via, destacou a economista, pode ter efeito multiplicador sobre o crescimento, além de contribuir para a estabilidade dos pequenos e médios negócios.

Entre os desafios, Izis Janote chamou a atenção de dirigentes, assessores, bancos e investidores na estruturação do IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial de ações numa bolsa de valores para que uma empresa se torne de capital aberto). As ofertas subsequentes, relatou, obrigam as empresas do mercado a terem governança ajustada e práticas modernas de gerenciamento. Alertou, finalmente, para o cenário de crescimento econômico limitado em 2014.

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