O Brasil no mapa mundial da inovação

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O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, fala sobre inovação em artigo na edição de hoje  do Jornal do Commercio-RJ, intitulado O Brasil no mapa mundial da inovação.

O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, fala sobre inovação em artigo na edição de hoje  do Jornal do Commercio-RJ, intitulado O Brasil no mapa mundial da inovação. No início do texto, Oliveira Santos destaca que as grandes inovações dão origem aos ciclos econômicos que determinam novos padrões dos processos produtivos, como foi o caso da máquina a vapor no século XVIII ou do chip da microeletrônica, que deu origem, em meados do Século XX, a processos baseados na tecnologia da informação.

Depois de mencionar os vários tipos de inovação, desde os mais evidentes até os menos perceptíveis, Oliveira Santos ressalta que essas reflexões foram provocadas pelo recente anúncio do ranking dos países em relação ao Índice Global da Inovação para 2013. 

No ranking, a liderança está com a Suíça, com uma pontuação de 66,59 e no topo da lista estão também os países do Norte da Europa e os Estados Unidos. No conjunto composto por 142 países, a pontuação alcançada pelo Brasil – 36,33 – situa nosso País na posição 64, abaixo de outros países da América Latina: Chile, Argentina e México. O presidente da CNC destaca que, “quanto à capacidade de inovar, a posição 64 para o Brasil está em desacordo com sua posição na listagem das dez economias mais importantes no plano mundial”. Ele assinala o Brasil tem em várias instituições acadêmicas e empresas, verdadeiros “bolsões de conhecimento”, que são fonte de inovação nos processos produtivos. “É o caso, por exemplo, da Petrobras, que desenvolveu a tecnologia da exploração do petróleo em águas profundas, assim como da Embrapa, que vem gerando avanços constantes nas técnicas de ponta das atividades agropecuárias”.

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