O coordenador-geral de Mercado Doméstico na Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Douglas Finardi, apresentou aos convidados o Plano Brasil Maior (PBM) e o ambiente político brasileiro dos setores do comércio de bens, serviços e turismo, durante o Congresso Regional do Sicomércio – Edição Centro-Oeste, realizado em Campo Grande.
O coordenador-geral de Mercado Doméstico na Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Douglas Finardi, apresentou aos convidados o Plano Brasil Maior (PBM) e o ambiente político brasileiro dos setores do comércio de bens, serviços e turismo, durante o Congresso Regional do Sicomércio – Edição Centro-Oeste, realizado em Campo Grande.
Douglas explicou a estrutura dos Conselhos de Competitividade do PBM, cada Conselho de Competitividade Setorial é responsável por elaborar – levando em conta os objetivos e metas do Plano Brasil Maior – a Agenda Estratégica Setorial.
Os conselhos são compostos por membros dos Comitês Executivos e das entidades representativas do setor privado e dos trabalhadores e o objetivo de seu trabalho é a transformação de oportunidades em propostas concretas de ação.
Segundo Douglas, um dos desafios é reunir representantes de todos os setores. “Essa conversa é sempre em parceria com trabalhadores, governo e setor privado. É importante a presença de todos e que forneçam boas idéias e sugestões, como alicerces para a melhoria dos setores de comércio e serviços”, afirmou.
Objetivos
Entre os objetivos do Plano Brasil Maior, estão: criar referência de informações sobre o comércio (elaboração do Atlas); ampliar os canais de articulação e diálogo entre os setores público, privado e trabalhadores (realização do II Simbracs); disseminar boas práticas e conceder certificação voluntária das empresas do setor de comércio (criar programa de normalização e certificação das empresas do setor de comércio). “A idéia sempre foi alavancar a qualidade dos serviços prestados. Trazer uma visão diferenciada para a relação do consumidor com o prestador. A nossa visão é de que é preciso preparo e boas praticas, para se antecipar aos possíveis problemas com o consumidor”, explica o representante do MDIC.
Entre os demais objetivos, Douglas citou: fomentar a utilização das etiquetas inteligentes pelo comércio e racionalizar os procedimentos para a abertura e encerramento de empresas (criar programa de modernização e simplificação dos procedimentos para registro e legalização das empresas do comercio). “No ultimo Simbracs foi levantada a possibilidade de criação de uma empresa em 48 horas”, explicou.
outro foco do programa é orientar as políticas públicas para o setor de serviços (Siscoserv); apoiar a internacionalização e exportação de serviços (rever os entraves para levar uma marca brasileira para o exterior); promover estudos da Cadeia Logística ligada ao setor de transporte e promover a eficiência logística no transporte rodoviário de cargas (melhorar a qualidade logística no País).
Atlas Nacional de Comércio e Serviços
A estrutura do Atlas Nacional de Comércio e Serviços, também foi apresentada. Segundo Douglas, o produto “pretende reunir informações do setor terciário”. O Atlas foi produzido dividido em quatro capítulos que trazem: dados e mapas indicando contextos econômico e social; comércio; serviços e serviços logísticos por região.
Custo Brasil
A Coordenadora do Sicomércio, Patrícia Duque, comentou o “Custo Brasil”. “O custo do trabalho no Brasil também precisa de uma revisão. Bom saber que podemos avançar no âmbito das políticas públicas. Espero que avancemos também nas Relações de Trabalho”, finalizou Patrícia.
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