Encontro na Fecomércio-SP debate novos meios de pagamento

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Com a participação de representantes de operadoras de cartões e empresas de tecnologia, a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) realizou no dia 9 de maio o Fórum Inovação nos Meios de Pagamento. A discussão foi promovida pelo Conselho de Criatividade e Inovação da entidade e abordou o futuro das transações entre varejo e consumidor.

Com a participação de representantes de operadoras de cartões e empresas de tecnologia, a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) realizou no dia 9 de maio o Fórum Inovação nos Meios de Pagamento. A discussão foi promovida pelo Conselho de Criatividade e Inovação da entidade e abordou o futuro das transações entre varejo e consumidor.

Estiveram presentes Adolfo Melito, presidente do Conselho de Criatividade e Inovação da Fecomércio-SP; Francisco Javier Sebastian Mendizabal, sócio fundador da empresa Trade Marketing; Luiz Roncato, diretor de Pagamentos Avançados  da Mastercard; Alencar Nunes da Silva Junior, gerente de Pagamentos Móveis da Valid e Pedro Paulo, diretor executivo de TI e Operações da ALELO.

 Além de questões tecnológicas e de segurança, os palestrantes colocaram em debate as diferentes maneiras usadas para a realização de pagamentos de compras e quais tecnologias devem substituir as ferramentas mais e menos seguras. A aposta de que o próximo meio de pagamento será via telefone celular levanta uma série de questões sobre necessidades que surgirão com a nova modalidade de pagamento.

Para o presidente do Conselho de Criatividade e Inovação, Adolfo Melito, será necessária uma junção de diferentes setores para que um sistema desse tipo funcione. “Tem que ter uma multiplataforma de operadoras e bancos. Além disso, será preciso uma regulamentação desse serviço. Acredito que isso ainda demore entre dois e três anos”, afirmou.

As diferentes gerações de consumidores e as tecnologias que esse público está acostumado também foram discutidos no evento.  “O setor de administração de cartões não considera que esse será um processo rápido, já que o consumidor brasileiro conta com muitas possibilidades práticas de pagamento. Isso não significa que os empresários do setor não considerem essa uma importante inovação”, concluiu Melito.

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