CNC projeta taxa de desemprego de 6% para 2011

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Após permanecer estável durante todo o terceiro trimestre, a taxa de desocupação medida pela Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE para as regiões metropolitanas do Brasil recuou para 5,8% em outubro de 2011, ante 6,0% em setembro. É a menor taxa de desemprego para esse mês desde o início da pesquisa, em 2002. Descontando os fatores sazonais, estima-se que o desemprego também tenha apresentado queda, passando de 6,1% em setembro para 5,9% em outubro de 2011.

 

Após permanecer estável durante todo o terceiro trimestre, a taxa de desocupação medida pela Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE para as regiões metropolitanas do Brasil recuou para 5,8% em outubro de 2011, ante 6,0% em setembro. É a menor taxa de desemprego para esse mês desde o início da pesquisa, em 2002. Descontando os fatores sazonais, estima-se que o desemprego também tenha apresentado queda, passando de 6,1% em setembro para 5,9% em outubro de 2011.

 

Para a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apesar da queda da taxa de ocupação, os dados da PME de setembro mostraram um aprofundamento da desaceleração do mercado de trabalho, evidenciado, sobretudo, pela perda de fôlego da população ocupada e dos indicadores de renda. “Além de uma forte base de comparação, a evolução desses indicadores está condicionada também ao processo atual de desaceleração da atividade econômica”, afirma Marianne Hanson, da Divisão Econômica da Confederação.

 

A CNC projeta para 2011 uma taxa de desemprego média de 6% (ante 6,7% em 2010), um crescimento de 1,9% da população ocupada (ante 2,9% em 2010) e um crescimento da Renda Real de 3,2% (ante 5,9% registrados em 2010).

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