Encontro Nacional do PNE é realizado em Brasília

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No dia 10 de dezembro, no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, em Brasília, foi realizado o Encontro Nacional “Mais Dez: o Legislativo e a Sociedade construindo juntos o novo Plano Nacional de Educação”.

No dia 10 de dezembro, no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, em Brasília, foi realizado o Encontro Nacional “Mais Dez: o Legislativo e a Sociedade construindo juntos o novo Plano Nacional de Educação”. O evento, promovido pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, contou com a parceria do Sistema CNC-SESC-SENAC e do Conselho Nacional de Educação, e com o apoio do Ministério da Educação e das Assembleias Legislativas Estaduais.


Participaram da solenidade de abertura do encontro o vice-presidente do Sistema CNC-SESC-SENAC, Luiz Gil Siuffo, a presidente da Comissão de Educação e Cultura, Deputada Maria do Rosário, André Lázaro – secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC (representando o Ministro da Educação Fernando Haddad) e a presidente do Conselho Nacional de Educação, Clélia Brandão Craveiro.


O encontro encerrou a mobilização nacional promovida pela Comissão de Educação e Cultura para o levantamento de propostas da sociedade para subsidiar o Legislativo na elaboração do novo Plano Nacional de Educação, documento que traça as diretrizes e as metas da educação nacional para o próximo decênio (2011-2020).


Ao mencionar os parceiros, a deputada Maria do Rosário agradeceu o apoio da CNC, “Nós estamos aqui com o produto de um trabalho, o que não seria possível sem o apoio da CNC, das Comissões e do Conselho Nacional de Educação”, afirmou.


O vice-presidente financeiro da CNC, Luiz Gil Siuffo, presente na abertura do evento, declarou não ter dúvidas de que os esforços do presidente Lula e a dedicação da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, do Ministro da Educação e das entidades privadas surtirão resultados positivos. “Vamos colocar o Brasil no caminho correto da educação. Não é possível que o país cresça e se desenvolva economicamente, enquanto que a educação não tenha qualidade”, afirmou Gil Siuffo.


Por fim, o Plano deixa claro que há um consenso nacional: a formação para o trabalho exige hoje níveis cada vez mais altos de educação básica, geral, não podendo esta ficar reduzida à aprendizagem de algumas habilidades técnicas. E também que a educação profissional não pode ser concebida apenas como uma modalidade de ensino médio, mas deve ser continuada.


 

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