Representação brasileira é cobrada por membros do Parlamento Amazônico

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Representantes dos países-membros do Parlamento Amazônico (Parlamaz) cobraram do Presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, nesta segunda-feira (14) a designação dos membros brasileiros do grupo. O país tem direito a dez representantes – cinco titulares e cinco suplentes – a serem divididos entre Câmara e Senado.

Representantes dos países-membros do Parlamento Amazônico (Parlamaz) cobraram do Presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, nesta segunda-feira (14) a designação dos membros brasileiros do grupo. O país tem direito a dez representantes – cinco titulares e cinco suplentes – a serem divididos entre Câmara e Senado.


Na audiência, da qual participaram os senadores João Pedro (PT-AM), José Nery (PSOL-PA) e Eduardo Suplicy (PT-SP), Garibaldi Alves se comprometeu a tentar articular as indicações com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, até a próxima quarta-feira (16), quando termina em Brasília a reunião do Conselho Diretor do Parlamaz. As atividades acontecem no Prédio do Interlegis, no Senado.


Segundo a presidente do grupo, a deputada boliviana Ana Lucia Reis, a participação efetiva do Brasil no Parlamaz será fundamental para conferir legitimidade à busca por soluções conjuntas na região amazônica.


– Somos oito países, sendo que seis deles já têm a representação oficial. Mas o Brasil, que detém a maior porção territorial na região amazônica, ainda não tem representação. Isso tira um pouco a força do Parlamento – disse ela.


Participam da reunião do Conselho Diretor do Parlamaz representantes da Bolívia, da Colômbia, do Peru, do Suriname e da Venezuela. O objetivo do encontro é a elaboração de um plano estratégico para o grupo.


O plano estratégico em discussão será guiado pelo princípio da soberania de cada país pertencente à região amazônica, disse João Pedro. A integração desses países e da região será feita, segundo o senador, dentro dos princípios da soberania e da solidariedade. O desenvolvimento sustentável, a diversidade étnica, cultural e lingüística também são temas que devem ser discutidos sob o prisma da soberania, na opinião do representante brasileiro.


Agência Câmara, 15 de julho de 2008.


 

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