Comércio do Rio alcança melhor resultado semestral desde 2002

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No 1º semestre deste ano, as vendas do comércio do Estado do Rio de Janeiro apresentaram o maior crescimento desde 2002. É o que conclui a Pesquisa Mensal do Comércio, realizada pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro junto a 2.120 estabelecimentos do comércio varejista de todos os portes, em todo o estado.


Houve alta na receita de 1,3% no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2006, melhor resultado dos últimos seis anos para esse período de análise.

No 1º semestre deste ano, as vendas do comércio do Estado do Rio de Janeiro apresentaram o maior crescimento desde 2002. É o que conclui a Pesquisa Mensal do Comércio, realizada pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro junto a 2.120 estabelecimentos do comércio varejista de todos os portes, em todo o estado.


Houve alta na receita de 1,3% no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2006, melhor resultado dos últimos seis anos para esse período de análise. Os grupos Bens Não Duráveis e Comércio Automotivo foram os responsáveis pela alta positiva do 1º semestre de 2007, registrando aumentos de 2,5% e 2,0%, respectivamente, em seus faturamentos.


Nos primeiros seis meses de 2007, Supermercado, destaque no grupo Bens Não Duráveis, registrou variação no faturamento de 3,1%, onde o subitem Supermercado/Hipermercado apresentou um faturamento 3,3% maior. Farmácia/Perfumaria vem mantendo faturamentos quase inalterados entre 2006 e 2007 (+0,4% no 1º semestre deste ano sobre igual período do ano anterior).


Lojas de departamentos: prazos maiores e juros menores influenciam resultados


O subgrupo Lojas de Departamentos, mesmo fazendo parte do grupo Bens Duráveis (-0,8%) que apresentou o pior resultado do semestre, teve um desempenho positivo (2,7%) também puxado pelo crédito expandido pelo binômio: prazos maiores e juros menores. Já os subgrupos Cine-Foto-Som e Ótica (-3,1%) e Móveis e Utilidades Domésticas (-0,1%) apresentaram desempenhos desfavoráveis e influenciaram diretamente o resultado do grupo. O grupo dos Bens Semiduráveis, apesar de ter tido um resultado negativo (-0,6%), fechou o 1º semestre deste ano com uma desaceleração menor que a registrada no mesmo período de 2006 (-2,3% sobre o faturamento do 1º semestre de 2005). Todos os subgrupos faturaram menos que no 1º semestre de 2006, com destaque para a queda no faturamento do subgrupo Tecidos (-0,9%).


 

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