Fecomércio-RJ registra o melhor abril desde 2002 para o setor no Estado

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A Federação do Comércio do Rio de Janeiro acaba de divulgar os resultados da última Pesquisa Mensal do Comércio. O comércio varejista do Estado registrou o melhor abril desde o início da série histórica, iniciada em 2002, contabilizando uma alta de 0,4% no faturamento, ante uma queda de 0,3% do mesmo período de 2006.


É a primeira vez neste ano que o comércio registra resultado positivo, o que indica uma tendência de melhora no segundo trimestre.

A Federação do Comércio do Rio de Janeiro acaba de divulgar os resultados da última Pesquisa Mensal do Comércio. O comércio varejista do Estado registrou o melhor abril desde o início da série histórica, iniciada em 2002, contabilizando uma alta de 0,4% no faturamento, ante uma queda de 0,3% do mesmo período de 2006.


É a primeira vez neste ano que o comércio registra resultado positivo, o que indica uma tendência de melhora no segundo trimestre. A desaceleração da inflação e a valorização do real frente ao dólar – que já vem ocorrendo há alguns meses, porém com um impacto mais forte neste momento – são alguns dos motivos para o resultado positivo. O segmento que mais sentiu a influência dessas variações da economia em abril, puxando o resultado geral, foi o de Concessionárias de Veículos, que teve um avanço de 6,0% no faturamento sobre um crescimento de 0,2% em abril de 2006.


Cesta de Compras


Outro levantamento da entidade revela que a cesta de compras – que equivale ao consumo médio de todas as famílias residentes no Estado do Rio de Janeiro – ficou 0,45% mais barata em maio, passando de R$ 304,11 para R$ 302,74. Esta é a segunda queda consecutiva em 2007. 


Para as famílias com rendimento até oito salários mínimos, a retração foi de 0,53%. Entre as que recebem acima desse valor, a variação foi menos intensa, de -0,39%. Apesar de o valor da cesta ter apresentado retração pelo segundo mês seguido, os gastos das famílias, nestes primeiros cinco meses de 2007, acumularam aumento de 2,52%. Durante os últimos 12 meses, foi apurada inflação de 2,76% no indicador.


A pesquisa reflete as variações de preços dos 39 itens que mais pesam no orçamento (32 de alimentação, quatro de higiene e três de limpeza), consumidos por famílias de dez diferentes faixas de renda.


 

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