Segundo Fecomércio-MT, “pejotização” pode ter influência na redução de pedidos de seguro-desemprego em 2021

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Após o Cadastro de Empregados e Desempregados (C) divulgados que o Pesquisa Brasil o número de pedidos de seguro-desemprego20, o Instituto de pedidos de seguro-desemprego20, o Instituto de pedidos de seguro-desemprego ( IPF-MT) avalia que um dos fenômenos que ajudam a esse cenário de emprego, que são pessoas jurídicas que trabalham em regime de éJ.

“Uma parte cada vez maior da força de trabalho MEI está sendo contratada via empresa, e não pela Consolidação das Leis Trabalhadores”, explica o diretor de Pesquisa do Instituto Munhoz, Mauício Munhoz.

Segundo ele, essa “pejotização” é bastante controversa, já que pode ser vista como boa para uns e ruim para outros. “Imagine uma pessoa que trabalha em uma empresa sem ser com carteira assinada; MEI, não seria do lado dos impostos, garantia mas por outro, o prestador de serviços de férias, 13º como descontado do salário nem outras garantias.”

Os dados divulgados pelo Caged mostram que o número de pedidos de seguro-desemprego feitos no ano passado foi de 6.087.576. O resultado é 10,3% menor do que em 2020 (6.784.120) e se aproxima dos números de 2006 (5.857.986).

Para o Ministério do Trabalho e Previdência, a queda pode ser creditada, em grande parte, ao Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm). Até o momento de emprego11,1 bilhões de vínculos preservados de trabalho, já, já foram de mais de trabalhador 11,1 bilhões de vínculos de trabalho, já trabalhador, foram de mais de 11,5 bilhões de vínculos de trabalho.

 

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