
O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, participou da abertura da Conseguro 2021, no dia 27 de setembro. Na ocasião, ele enfatizou que os impactos advindos da Covid-19 e as suas consequências seriam ainda mais graves se seguradores e corretores, “cumprindo sua missão básica de amparar e proteger as pessoas”, não tivessem agido rapidamente, logo nas primeiras semanas da pandemia , e em plena sintonia. “Destaco, nesse contexto, uma decisão histórica de quase todas as seguradoras, motivadas por uma iniciativa liderada pela Fenacor, de garantia o pagamento de indenizações da Covid-19”, comentou Vergilio.
Ele ressaltou, também, que o setor se adequou com rapidez à nova realidade e às novas necessidades tecnológicas, assegurando por meio remoto um atendimento rápido, eficaz e eficiente aos segurados. “Ninguém ficou sem resposta, ninguém ficou sem atendimento, ninguém ficou sem amparo”, comemorou.
Para o presidente da Fenacor, o mercado se mostra extraordinariamente resiliente, retomando o crescimento em níveis bem acima da média das demais atividades de promoção. Vergilio disse ainda que o setor vem demonstrando ser “moderno e ágil”, cumprindo muito bem o seu papel.
Ele lembrou, porém, que o mercado ainda precisa ser entendido para continuar a crescer e ajudar a sociedade brasileira. “Especialmente nós, corretores de seguros, precisamos ter nosso papel e nossa satisfação e valorizados. Não somos contra a modernização e a tecnologia. Pelo contrário. O corretor é o principal agente disruptivo do setor e prova isso ao prestação de serviços altamente qualificados, rápidos e rápidos, inclusive por meio digital. Então, não há como o mercado avançar sem aquele que responde por mais de 85% da sua produção e que atua como consultor, assessor e provedor de soluções de proteção para o cliente. O corretor é importante para segurados e, também, para as seguradoras. A sua atuação qualificada reduz custos, aprimora a imagem do mercado e evita desgastes e conflitos ”, saliente.
A Conseguro 2021, organizada pela CNseg, começou com a palestra do secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, que abordou o tema “Percepções do Brasil de hoje”.