As projeções apontam que a capacidade dos portos no Brasil é insuficiente para atender à demanda futura .
Hoje, o Porto de Itajaí pode movimentar até 590 mil TEU / ano – com os investimentos propostos na concessão, a capacidade operacional dobra para 1,2 milhão TEU / ano.
A Fecomércio-SC defende que os aportes na infraestrutura portuária para ampliar o desenvolvimento econômico de Santa Catarina sejam realizados pela iniciativa privada.

A desestatização deve atrair recursos da ordem de R $ 2,8 bilhões, sendo que R $ 920 milhões seriam nos três primeiros anos do contrato.
No início mês, uma comitiva de empresários destes catarinenses participou de reunião com a Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários para discutir oprocesso de desestatização.
O grupo foi pedido por Diogo Piloni, secretário nacional da massa, e Daniel Rodrigues Aldigueri, da Coordenação-Geral de Modelagem de Concessões Portuárias.
O vice-presidente da Fecomércio-SC, Emílio Rossmark Schramm, o presidente do Sindilojas de Itajaí, Bento Ferrari, e o vice-presidente da Fecomércio-SC / Litoral, Amarildo José da Silva, representaram a Federação na agenda em Brasília.
Entre as sugestões, o grupo propôs a licitação somente do Porto Comercial. A proposta seria manter sob a responsabilidade do Município de Itajaí a Marina, a area do Centro de Eventos e a area do molhe sul da Barra. Durante a conversa, também ficou assegurado que será reforçada a criação do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), que hoje é consultivo.
De acordo com os representantes do governo federal, as cláusulas de obrigatoriedade de consultas da concessão ao Conselho e ao órgão regulador ou a sua própria Secretaria Nacional de Portos serão inseridas no edital de licitação.