Turismo de aventura pode ser o principal produto do turismo nacional

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O Abeta Summit 2011, o 8º Encontro Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura, foi encerrado nesta quinta-feira (23/9) com resultados muito positivos, na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), Jean-Claude Razel. “Caminhamos para sermos um dos principais – senão o principal – produtos do turismo nacional, um item com muito peso na pauta turística brasileira”, afirmou.

O Abeta Summit 2011, o 8º Encontro Brasileiro de Ecoturismo e Turismo de Aventura, foi encerrado nesta quinta-feira (23/9) com resultados muito positivos, na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), Jean-Claude Razel. “Caminhamos para sermos um dos principais – senão o principal – produtos do turismo nacional, um item com muito peso na pauta turística brasileira”, afirmou.

Segundo ele, a sedutora biodiversidade brasileira e a crescente necessidade das pessoas para a vida ao ar livre se atraem. “Eu acredito que vamos transformar o País num destino de referência nesse segmento.” Neste ano, aliás, a cultura da vida ao ar livre foi o tema do evento, aberto na noite de segunda-feira (19/9), em São Paulo.

Considerado como o maior evento do gênero na América Latina, o Abeta Summit reuniu cerca de 500 empresários, profissionais, gestores públicos e especialistas de todo o mundo para debater, durante quatro dias, extensa agenda que incluiu congresso técnico, com palestrantes nacionais e internacionais, e rodadas de negócios. Para elevar o nível dos negócios, neste ano foi feita uma seleção mais rigorosa dos fornecedores que se candidataram a montar estandes. Vários negócios foram fechados e outros encaminhados, mas a organização ainda não fechou o volume financeiro final.

O presidente do Conselho de Turismo e coordenador da Câmara Empresarial de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Alexandre Sampaio, presente na abertura, destacou que o turismo de aventura do Brasil é, junto com o da Inglaterra, referência mundial em termos de qualidade e segurança. “Isso mostra que o trabalho que vem sendo feito pela Abeta é referência de benchmarking (melhores práticas visando desempenho empresarial superior) para o restante da cadeia no segmento.”

Neste ano, uma das novidades do Abeta Summit, que tem a CNC entre os seus principais patrocinadores, foi o “Go Outside Marketplace”, espaço criado para permitir que os empresários conhecessem grandes marcas de equipamentos e usufruir de promoções exclusivas. Também estrearam na programação o “Summit Fitness”, atividade de yoga realizada sempre antes da programação diária, e o Encontro de Negócios de Equipamentos e Serviços.

De acordo com dados do relatório de impacto do Programa Aventura Segura, o tíquete médio do ecoturista e do turista de aventura no País aumentou 165% (passou de R$ 112, em 2008, para R$ 293, em 2009). Além disso, a estimativa de faturamento das empresas em 2009 – último dado disponível – foi de R$ 515 milhões, sendo atendidos em média mais de 5,3 milhões de turistas no País.

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