Trabalho temporário é tema de encontro em Brasília

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O vice-presidente da CNC deputado Laércio Oliveira recebeu uma comissão da Confederação Internacional de Empresas de Trabalho Temporário (CIETT)  – International Confederation of Private Employment Agencies – para abordar a legislação que trata do trabalho temporário e da terceirização no Brasil. A CIETT acompanha a legislação de mais de 50 países para conhecer o que dá certo e pode ser aplicado em outras localidades.

O vice-presidente da CNC deputado Laércio Oliveira recebeu uma comissão da Confederação Internacional de Empresas de Trabalho Temporário (CIETT)  – International Confederation of Private Employment Agencies – para abordar a legislação que trata do trabalho temporário e da terceirização no Brasil. A CIETT acompanha a legislação de mais de 50 países para conhecer o que dá certo e pode ser aplicado em outras localidades.

O encontro aconteceu no gabinete de Laércio na Câmara dos Deputados. Ele explicou como funciona o Sesc e o Senac, braços social e educacional da CNC que são importantes na qualificação profissional de milhares de brasileiros. “Não se deve apenas pensar em gerar emprego, mas proporcionar às pessoas uma carreira, o que facilita bastante a reinserção no mercado de trabalho – mercado esse que necessita de qualificação”, explicou o deputado.

A presidente da CIETT, Annemarie Muntz, afirmou que a qualificação profissional é uma premissa que eles buscam difundir nos países onde atuam.  Ela acrescentou que realizar um trabalho temporário pode aumentar em 60% as chances de se conseguir um emprego, segundo pesquisa realizada pela CIETT.

O deputado discutiu, ainda, com o grupo a importância de a Câmara dos Deputados aprovar o Projeto de Lei que protege o trabalhador terceirizado (PL 4.330/2014), que inclui também o trabalho temporário. “O PL tornou-se indispensável ao País, pois favorece a legitimidade de uma relação de trabalho já existente no cotidiano de mais de 14 milhões de brasileiros empregados no setor. Também oferece segurança jurídica para todos os envolvidos, principalmente para o trabalhador, a parte mais fragilizada no ambiente atual exatamente pela falta da Lei”, disse Laércio.

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