Destaque da edição:
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Ritmo de crescimento do emprego formal segue decrescente – De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no mês de agosto, a diferença entre trabalhadores admitidos (1,85 milhões) e demitidos (1,72 milhões) promoveu a criação de 127,6 mil empregos formais. O mercado de trabalho acumula um saldo positivo de 937,52 mil vagas nos últimos doze meses, um incremento de 2,36% em relação aos doze meses imediatamente anteriores, porém, em um ritmo cada vez mais fraco. Na comparação com o mês de julho, houve aumento de 0,26%, considerados os ajustes sazonais. Nessa base comparativa, as variações mais elevadas foram observadas no comércio (+0,42%) e nos serviços (+0,27%). O setor dos serviços industriais de utilidade pública, por sua vez, impediu uma elevação mais expressiva da taxa global, variando -0,09%.
Outras matérias:
Intenção de consumo das famílias registra alta de 2,3% em setembro – A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou elevação de 2,3% (126,2 pontos) na comparação com o mês imediatamente anterior e recuo de 7,0% em relação a setembro de 2012. Apesar da alta mensal, o índice se encontra no terceiro menor nível da série iniciada em janeiro de 2010. Base de comparação mais fraca, programa de estímulo do governo e alívio pontual da inflação alimentaram uma evolução da confiança das famílias no mês atual. Entretanto, o menor otimismo quanto ao emprego e a renda e a manutenção de taxas de juros mais elevadas para aquisição de crédito mantiveram a intenção de consumo em um patamar inferior ao do ano passado. O índice mantém-se acima da zona de indiferença (100,0 pontos), indicando um nível favorável de consumo.
Estimativa para o PIB estável em 2,40% – No último relatório Focus divulgado pelo Banco Central a mediana das expectativas para o IPCA deste ano ficou próxima à da semana anterior, reduzindo em apenas 0,01 ponto percentual para 5,81%. Continuando assim bem acima do centro da meta de 4,50% (diferença de 1,31 p.p.), entretanto, distante do teto superior, 6,50%. As projeções para 2014 aumentaram para 5,96%, apenas 0,54 p.p. abaixo do limite. No curto prazo as estimativas são de 0,35% para setembro e 0,56% para outubro. As 5 instituições que mais acertam – TOP 5 – projetam IPCA de 0,33% para setembro, abaixo da mediana do mercado, e 0,59% para outubro, taxa próxima ao mercado, porém superior. Segundo o IBGE, o IPCA acumulado do ano até o mês de agosto ficou em 3,43%, enquanto o resultado nos últimos 12 meses foi de 6,09%.
Seminário Licenciamento Ambiental do Conama – Na 111ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), a ministra Izabella Teixeira comentou sobre as crescentes discussões e demandas dos setores governamentais, privado, dos próprios órgãos ambientais e da sociedade sobre a necessidade de revisão das normativas legais do licenciamento ambiental, e a importância do papel institucional deste Conselho, que motivam a realização de um seminário, sobre o tema Licenciamento Ambiental, que será agendado para o próximo dia 02 de outubro de 2013, em Brasília. O objetivo é trazer o tema ao debate, visando contribuir para a modernização do licenciamento ambiental, considerando as demandas sociais, ambientais e econômicas do desenvolvimento sustentável no País. O licenciamento ambiental é um instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), instituída pela Lei nº 6.938/1981, e, que ao longo das últimas décadas, teve sua abrangência ampliada em relação à configuração original.
Negócios para o interior – Mc Donald’s, Habib’s, Bob’s, Subway, Cacau Show, Giraffas, Burger King, Spoleto, Outback e Divino Fogão – comida típica da fazenda compõem o elenco das dez maiores empresas pelo critério do faturamento no ranking das franquias do setor de alimentação no País. Essas marcas (e outras) tiveram tudo para comemorar no ano de 2012. O resultado francamente positivo foi composto por muitas variáveis, mas se deveu, sobretudo, à capacidade de adaptação ao gosto do consumidor, bem como aos planos de expansão das redes, o que tem a ver com a interiorização do fluxo de investimentos e novas lojas. Só com o ramo de alimentação, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o segmento faturou no ano passado mais de R$ 20 bilhões, algo perto de 18% a mais do que em 2011. A descoberta do mercado no interior como alvo para as inversões é sem dúvida reflexo da massificação do consumo de 1994 para cá. Também tem a ver com um outro movimento de capitais que vai na frente: o aumento do número de shopping centers pelo País. Nestes templos de consumo, a instalação dessas franquias é moda.