Destaque da edição:
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Cai o percentual de famílias sem condições de pagar seus débitos – O percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro alcançou 63,1% em agosto de 2013, recuando em relação aos 65,2% observados em julho. Na comparação anual, o número de endividados ficou em patamar superior aos 59,8% observados em agosto de 2012. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), que a CNC divulgou esta semana. A proporção das famílias que se declararam muito endividadas ficou estável entre os meses de julho e agosto de 2013 em 13,3% do total de famílias, interrompendo uma alta de cinco meses consecutivos. No entanto, em agosto houve, pela primeira vez em 2013, uma piora na percepção de endividamento na comparação anual, com o percentual de muito endividados elevando-se em 0,2 ponto percentual. Na comparação entre agosto de 2012 e agosto de 2013, a parcela que declarou estar mais ou menos endividada passou de 20,5% para 23,8%, e a parcela pouco endividada passou de 26,1% para 25,9% do total dos endividados.
Outras matérias:
Comércio é o destaque entre as empresas com alto crescimento – Segundo a pesquisa Demografia das Empresas, divulgada em 23/08 pelo IBGE, as empresas de alto crescimento representavam 7,7% das firmas com dez ou mais assalariados em 2011. Porém, do total de novos assalariados incorporados ao mercado de trabalho entre 2008 e 2011 (5,7 milhões de pessoas), mais da metade (56,2% do total ou 3,2 milhões de trabalhadores) foram absorvidos por essas empresas, ou seja, seis em cada dez novos assalariados. Segundo a metodologia da pesquisa, empresas de alto crescimento são aquelas que empregam pelo menos dez trabalhadores e apresentam expansão de pessoal ocupado acima de 20% ao ano durante três anos. A taxa de sobrevivência das empresas se manteve praticamente estável entre 2008 (90,6%) e 2011 (90,4%), ou seja, a cada ano, 10% das empresas ativas são novos empreendimentos. O estudo levantou informações sobre 4,5 milhões de empresas em todo o País. Elas foram responsáveis pelo emprego de 39,3 milhões de pessoas, pagando salário médio de R$ 1.578,27. A idade média das empresas naquele período era de 9,8 anos.
BNDES na Fecomércio-SP – No dia 23, penúltima sexta-feira deste mês, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) compareceu à sede da Fecomércio do Estado de São Paulo para palestrar no evento As políticas do BNDES para micros e pequenas empresas, coordenado pelo Conselho da Pequena Empresa, também dessa Federação do Comércio. Para uma plateia que lotou o auditório reservado para o encontro, o presidente do BNDES deu uma verdadeira aula. Começou a exposição frisando o fato de o BNDES ter mudado o seu viés de atuação para ampliar os recursos voltados para as MPEs – algo inconcebível na época da criação do banco, quando o foco eram os investimentos em infraestrutura e as grandes empresas intensivas de capital. Também falou sobre o comportamento conjuntural da economia brasileira; inseriu a participação do banco de desenvolvimento no contexto das flutuações econômicas, apresentando dados estatísticos relevantes: os volumes destinados às MPEs cresceram R$ 10 bilhões; mostrou como o banco classifica as empresas: micro (faturamento anual de até R$ 2,4 milhões) e pequena empresa (faturamento anual de até R$ 16 milhões); mencionou as diversas linhas de crédito (BNDES automático, Finame, por exemplo); ressaltou o Cartão BNDES, reservando mais tempo da fala sobre esse produto; salientou o papel das MPEs para o desenvolvimento da economia brasileira, pois essas empresas têm uma função extraordinária; informou que, no atual período de volatilidade e de incertezas externas, de certa forma, o Brasil apresenta relativo conforto no cenário internacional, pois poucos países constituem relação dívida pública/PIB abaixo dos 60%; e disse que se o Brasil conseguir reduzir os custos logísticos, pode ser que consiga viver uma revolução na produção e na distribuição, o que deverá elevar as condições para as MPEs.
Resolução Conama 420/2009 – Será realizada, nos dias 4 e 5 de setembro de 2013, a 111ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), em Brasília – DF, e um dos itens da pauta é a proposta de revisão do prazo para obtenção dos Valores de Referência de Qualidade (VRQ ) da Resolução Conama nº 420/2009. É importante destacar que a resolução supracitada dispõe sobre critérios e valores orientadores de qualidade do solo quanto à presença de substância química, estabelece diretrizes para o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por essas substâncias em decorrência de atividades antrópicas, determinando que os órgãos estaduais de meio ambiente identifiquem os tipos de solo em seus respectivos estados e definam seus VRQs até dezembro de 2013, etapa importante para a definição das áreas contaminadas e das ações de controle e fiscalização a serem implementadas posteriormente. Um dos grandes desafios impostos pela Resolução 420/2009 será a capacitação das Agências Estaduais de Meio Ambiente para o gerenciamento das áreas contaminadas e o trabalho na definição de valores específicos de referência da qualidade do solo e das águas subterrâneas.
Domínios na internet – Cada vez mais empresas ingressam no comércio eletrônico e, mesmo aquelas que não fazem transações pela internet, sentem a necessidade de ao menos manter uma página informativa sobre o negócio. Isso porque, hoje, é um fato incontestável que a internet é o primeiro – quando não o único – caminho que se usa ao buscar uma informação, qualquer que seja ela. Ao procurar o endereço ou os números de telefone de uma empresa, ninguém mais usa um catálogo telefônico; ao procurar um produto específico, ao cotejar preços ou verificar a oferta de serviços de determinada área geográfica, o recurso é a internet, especialmente após a adoção de equipamentos móveis, como tablets e smartphones, que permitem que se navegue a qualquer hora, de qualquer lugar. Para se ter um site na internet, mesmo que apenas informativo, basta registrar um domínio – o nome pelo qual o site da organização será conhecido. Por exemplo: www.cnc.org.br. É através dele que os usuários terão acesso à empresa, ou seja, é a marca na internet. Essa é uma escolha relevante, pois pode potencializar a visibilidade do negócio, ou, por outro lado, dificultar, no caso de um nome de domínio inadequado. Quando o empresário resolve registrar o domínio de seu negócio, apresentando o nome que considera perfeito, e descobre que esse já tem dono, ou seja, que já foi registrado por outra empresa, resta a negociação ou a criatividade. Nesse caso, deve-se criar um novo nome ou aproveitar os nomes que, por cancelamento ou não utilização, ficam disponíveis. Para testar um nome, basta entrar em www.registro.br.