Fome na América e no mundo – No leste e no sudeste asiático a população atingida pela fome caiu de 20% para 11% no mesmo período; na América Latina a redução foi de 13% para 9%; e na África, de 31% para 26%. Em conjunto com outras regiões, a taxa de 14%, embora mais baixa que no passado, significa que um bilhão de pessoas são assoladas pela alimentação insuficiente ou pela fome.
Fome na América e no mundo – No leste e no sudeste asiático a população atingida pela fome caiu de 20% para 11% no mesmo período; na América Latina a redução foi de 13% para 9%; e na África, de 31% para 26%. Em conjunto com outras regiões, a taxa de 14%, embora mais baixa que no passado, significa que um bilhão de pessoas são assoladas pela alimentação insuficiente ou pela fome. Especialmente preocupante é a situa¬ção de emergência da Somália, com 9,3 milhões de habitantes, dos quais 4 milhões sofrem com falta de comida e onde 250 mil correm o risco de morrer pela fome nos próximos meses.
Análise: PME de outubro de 2011 – Após permanecer estável durante todo o terceiro trimestre, a taxa de desocupação medida pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, para as regiões metropolitanas do Brasil recuou para 5,8% em outubro de 2011, ante 6,0% em setembro. É a menor taxa de desemprego para esse mês desde o início da pesquisa, em 2002.
Reunião dos GTs do Rede de Disseminação – O encontro aconteceu na CNC-RJ, no dia 25 de novembro, com a presença de 12 representantes de dez entidades: CNC, Microempa, Sesampe-RS, PUC-Rio, Senac-RJ, Senac-DN, Conselho Federal de Administração, Sebrae, Fiesp e Secretaria de Trabalho e Emprego do Estado da Bahia. A sessão debateu também vários aspectos ligados diretamente à capa-citação empresarial, principalmente no que concerne ao Plano Nacional de Capacitação e Aperfeiçoamento (PNCA).
Dívida pública em outubro – Em outubro, de acordo com informações divulgadas pelo BC, o superavit primário das contas do setor público consolidado somou R$ 13,95 bilhões. No acumulado do ano as contas do setor público consolidado, que incluem o Governo, os Estados, os Municípios e as empresas estatais, registraram um superavit primário – que é a economia feita para pagar os juros da dívida pú¬blica e tentar manter sua trajetória de queda – de R$ 118,5 bilhões, ou 3,54% do Produto Interno Bruto (PIB). Esforço fiscal registrou crescimento de 36,8% ante o mesmo período do ano passado, quando o resultado positivo nas contas do setor público somou R$ 86,67 bilhões, ou 2,88% do PIB.