Sistema Comércio apoia metas do PNE

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A diretora de Educação Profissional do SENAC – Departamento Nacional, Anna Beatriz de Almeida Waehneldt , defendeu nesta terça-feira (14/6) a universalização, até 2016, do atendimento escolar para os adolescentes de 15 a 17 anos, como prevê o Plano Nacional de Educação 2011-2020, em debate no Congresso. Para ela, não deveria haver limites etários para a meta de atendimento. A declaração foi feita durante reunião sobre o tema promovida pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a analisar e dar parecer sobre o PNE.

A diretora de Educação Profissional do SENAC – Departamento Nacional, Anna Beatriz de Almeida Waehneldt , defendeu nesta terça-feira (14/6) a universalização, até 2016, do atendimento escolar para os adolescentes de 15 a 17 anos, como prevê o Plano Nacional de Educação 2011-2020, em debate no Congresso. Para ela, não deveria haver limites etários para a meta de atendimento. A declaração foi feita durante reunião sobre o tema promovida pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a analisar e dar parecer sobre o PNE. Em sua participação, Anna Beatriz enfatizou o alinhamento e o apoio total do Sistema Comércio (CNC-SESC-SENAC) ao Plano, desde a aprovação do documento básico aprovado pelo Conselho Nacional de Educação, em 2009.

Lembrou que tanto em termos quantitativos quanto qualitativos o Sistema vem colaborando para o sucesso da iniciativa e citou o compromisso firmado com os ministérios da Educação (MEC) e do Trabalho e Emprego (MTE) para elevar a oferta de vagas gratuitas em cursos destinados à formação inicial e continuada, qualificação profissional e habilitação de técnicos de nível médio. “Além disso, o SENAC investe na formação de docentes de educação profissional, na expansão de produção de multimeios, formação de formadores e na modalidade de ensino a distância.”

A professora e pesquisadora da Universidade Federal do Paraná Acácia Zeneida Kuerzer também também pediu ampliação das metas do governo. Ela concordou com Anna Beatriz em relação à limitação de idade para atendimento. “Metade das pessoas que hoje frequentam o ensino médio no País têm 18 anos ou mais. A proposta do governo não condiz com a nossa realidade”, disse.

Já a diretora de Políticas para Educação Profissional e Tecnológica do (MEC), Simone Valdete dos Santos, defendeu que pelo menos 25% dos alunos da educação de jovens e adultos (EJA) tenham acesso à educação profissional nos fins de semana. Segundo ela, o objetivo da medida é tornar o EJA, que registra altos índices de evasão escolar, mas atrativo. Simone também reafirmou as metas (10 e 11) de estímulo ao ensino profissional previstas na proposta do Executivo.

A última palestrante foi a diretora associada de Educação Profissional do SENAI, Regina Torres, que destacou a importância de se fortalecer as redes pública e privada de educação e formação profissional. O SENAI, disse ela, é responsável hoje por pouco mais da metade da oferta de cursos de educação profissional do setor privado.

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