Síntese das palestras do CTur -9/11/2011

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A Relação entre o Setor de Eventos e o Turismo Receptivo foi debatida por Anita Pires, presidente da Associação Brasileira de Eventos (ABEOC); Salvador Saladino, presidente da Brasilian Incoming Travel Organization (BITO); e Viviânne Gevaerd Martins, fundadora e presidente da Associação Brasileira de Gestores de Viagens Corporativas (ABGEV). A primeira palestrante ressaltou que a articulação entre os diferentes segmentos do mercado configura um grande desafio para o trade turístico, ainda disperso, no tocante à busca por mudanças e ao encaminhamento de suas reivindicações.

A Relação entre o Setor de Eventos e o Turismo Receptivo foi debatida por Anita Pires, presidente da Associação Brasileira de Eventos (ABEOC); Salvador Saladino, presidente da Brasilian Incoming Travel Organization (BITO); e Viviânne Gevaerd Martins, fundadora e presidente da Associação Brasileira de Gestores de Viagens Corporativas (ABGEV). A primeira palestrante ressaltou que a articulação entre os diferentes segmentos do mercado configura um grande desafio para o trade turístico, ainda disperso, no tocante à busca por mudanças e ao encaminhamento de suas reivindicações. Anita Pires garantiu: “Na relação do setor de eventos com o turismo receptivo, só existe uma forma de alcançarmos sucesso – por meio da integração dos atores que exercem essas atividades. Precisamos refletir sobre como transformar os eventos em oportunidades de aperfeiçoamento dos serviços prestados, estimulando a permanência do visitante nas cidades”.

Na sequência, o presidente da BITO, Salvador Saladino, endossou a urgência da interação do trade turístico como forma de coordenação de propósitos e objetivos de todas as suas ramificações. “A conexão entre todos os órgãos competentes é, de fato, um processo bastante complexo, em que ainda não conseguimos dispor de condições minimamente favoráveis ao desenvolvimento de nossas atividades. Precisamos congregar esforços, por intermédio de uma frente comum, unificando interesses. O tempo urge no sentido de um plano de ação criterioso, que formate nossas demandas, para posterior encaminhamento às autoridades”, conclamou.

No painel de encerramento, Viviânne Gevaerd Martins, fundadora e presidente da Associação Brasileira de Gestores de Viagens Corporativas (ABGEV), apresentou um quadro deste nicho, que, no Brasil, representa 54,94% do faturamento de viagens, o correspondente ao montante de R$ 32 bilhões. “A promoção de um evento corporativo envolve uma complexa logística. Nossa associação foi criada para habilitar a indústria de viagens corporativas. Temos sete comitês de trabalho, com 140 profissionais, todos voluntários, dos mais variados segmentos, dedicados a compreender – e solucionar – as demandas do maior interessado, o consumidor. O cliente dos megaeventos se encaixa no tipo corporativo, não no de lazer. Isto significa que sua expectativa é muito alta”, acentuou.

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