Um panorama do setor – seus principais avanços e perspectivas – foi apresentado no Conselho de Turismo da CNC por Jeanine Pires, diretora da Pires e Associados. Segundo ela, ocorreram mudanças significativas nos últimos dez anos, em torno das quais cabe uma profunda reflexão, no sentido da competitividade empresarial. “As lideranças precisam, tanto na área pública quanto na privada, discutir uma nova estratégia. Nossa indústria, bastante fragmentada, tem grande dificuldade de trabalhar de forma cooperada”, afirmou.
Um panorama do setor – seus principais avanços e perspectivas – foi apresentado no Conselho de Turismo da CNC por Jeanine Pires, diretora da Pires e Associados. Segundo ela, ocorreram mudanças significativas nos últimos dez anos, em torno das quais cabe uma profunda reflexão, no sentido da competitividade empresarial. “As lideranças precisam, tanto na área pública quanto na privada, discutir uma nova estratégia. Nossa indústria, bastante fragmentada, tem grande dificuldade de trabalhar de forma cooperada”, afirmou.
Há dez anos – prosseguiu –, o Brasil recebia US$ 3 bilhões em divisas, contra quase US$ 7 bilhões em 2013. “Só do incoming, temos no turismo uma indústria que compete com a automobilística e a avicultura, constituindo o quinto ou sexto item da pauta de exportações. As viagens domésticas saltaram, em 2005, de 139 milhões à casa de 200 milhões de viagens. E crescemos, também, proporcionalmente, em comparação ao market share das receitas da atividade mundial. Precisamos planejar em cima de uma percepção estratégica de futuro. Contamos com entidades que avançaram bastante e possuem clareza de sua atuação setorial. Devemos buscar o posicionamento conjunto e forte da indústria, no intuito de sensibilizar os governos nos três níveis”.