Seminário discute o futuro da educação profissional no Brasil

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Foi aberto, em 25 de março, com a presença do ministro da Educação, Fernando Haddad, e do presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Conselho Nacional do Senac, Antonio Oliveira Santos, o seminário Perspectivas para a Educação Profissional no Brasil, organizado pelo Ministério da Educação. O evento, que acontece ainda na quinta-feira, dia 26, reúne, em Brasília, representantes do MEC, dirigentes do Sistema S, das escolas técnicas federais, das centrais sindicais, da Unesco, além de secretários estaduais de Educação e estudantes.

Foi aberto, em 25 de março, com a presença do ministro da Educação, Fernando Haddad, e do presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e do Conselho Nacional do Senac, Antonio Oliveira Santos, o seminário Perspectivas para a Educação Profissional no Brasil, organizado pelo Ministério da Educação. O evento, que acontece ainda na quinta-feira, dia 26, reúne, em Brasília, representantes do MEC, dirigentes do Sistema S, das escolas técnicas federais, das centrais sindicais, da Unesco, além de secretários estaduais de Educação e estudantes. Em pauta, as mudanças nos regimentos de Sesc, Senac, Senai e Sesi, que permitiram a ampliação de vagas gratuitas a trabalhadores de baixa renda; a criação de novos institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia; o Programa Brasil Profissionalizado do governo federal; o Sistema Nacional de Informações da Educação Profissional e Tecnológica, e um panorama das políticas públicas da educação profissional no país.


Ao saudar os participantes, no evento de abertura, o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Eliezer Pacheco, comemorou a parceria celebrada entre o governo e os empresários do comércio e da indústria no ano passado para a ampliação da gratuidade nos cursos oferecidos pelo Sistema S. Pacheco anunciou o início de uma nova fase de entendimentos, a fim de fortalecer a rede de educação profissional e tecnológica existente para “consolidar o Brasil como uma nação democrática, soberana e inclusiva”.


O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, elogiou a “coragem” do ministro Fernando Haddad de propor as alterações nos regimentos das entidades do Sistema S e fez um breve relato histórico sobre a gestão do Senac, ressaltando os investimentos em estrutura física feitos nos 30 primeiros anos de existência da instituição: “Num primeiro momento, foi preciso fazer um investimento pesado para estruturar nossas instalações, a fim de criar ambientes pedagógicos capazes de oferecer uma educação profissional de qualidade. Agora, a partir do acordo celebrado com o MEC, estamos resgatando nossa vocação social de fomentar a democratização do acesso dos brasileiros de baixa renda a uma educação gratuita de excelência”.


O ministro Fernando Haddad destacou o “papel decisivo” dos presidentes da CNC, Antonio Oliveira Santos, e da CNI, Armando Monteiro, nessa nova fase da educação profissional. Haddad afirmou que o trabalho desenvolvido por Senac e Senai é de fundamental importância na reengenharia que o MEC está promovendo na educação brasileira, com especial foco no ensino médio e na inserção dos jovens no mercado de trabalho. “Todos me perguntam se vamos cumprir a meta do Plano Nacional de Educação de inserir 30% dos nossos jovens na universidade, mas ninguém se lembra dos 70% que não chegarão lá. É através desse acordo e da melhoria do ensino médio que eles poderão entrar no mercado de trabalho”, disse.


Também integraram a mesa de abertura o presidente da Comissão de Educação do Senado Federal, Flávio Arns, a vice-presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, Fátima Bezerra, e o presidente da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), Ismael Cardoso.

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