Em artigo publicado hoje, 23 de julho, no Jornal do Commercio, o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, reafirma que o fim da distribuição gratuita das sacolas plásticas em supermercados é um grande equívoco. “A falta de informações e a obsessão dos ecologistas, fanáticos ou não, levou o governo do Estado do Rio e as prefeituras de Belo Horizonte e São Paulo a proibirem o uso das populares sacolas de plástico, que deram vida ao comércio e aos supermercados”, destaca.
Em artigo publicado hoje, 23 de julho, no Jornal do Commercio, o presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, reafirma que o fim da distribuição gratuita das sacolas plásticas em supermercados é um grande equívoco. “A falta de informações e a obsessão dos ecologistas, fanáticos ou não, levou o governo do Estado do Rio e as prefeituras de Belo Horizonte e São Paulo a proibirem o uso das populares sacolas de plástico, que deram vida ao comércio e aos supermercados”, destaca.
No texto, intitulado “Sacolas de plástico”, o presidente da Confederação mostra as vantagens da produção e da utilização do produto, do ponto de vista ambiental. “Foi a sacola de plástico que desenvolveu a cultura doméstica de separar os restos de alimentos dos resíduos sólidos recicláveis, propiciando, de forma simples e eficaz, a higiene dos lares e dos edifícios, com enorme economia de detergentes e outros materiais tóxicos de limpeza”.
As alternativas baseadas em produtos como o bioplástico não se mostram viáveis, observa o artigo, pois exigem mais energia para a produção e podem comprometer fontes de alimentação utilizadas justamente pela população mais pobre, como é o caso do milho. O texto cita também pesquisa recente do governo britânico, divulgada pelo jornal The Independent, segundo a qual as sacolas de plástico são menos poluentes que as sacolas de algodão e emitem um terço de C02, em comparação com as sacolas de papel, usadas apenas uma vez. “Por tudo isso, a CNC tem se manifestado contrária à aprovação do Projeto de Lei n° 612/2007, de autoria do ex-deputado Flávio Bezerra, que pretende obrigar todos os estabelecimentos comerciais do País a substituir as sacolas plásticas convencionais por sacolas plásticas oxibiodegradáveis”, afirma Oliveira Santos.